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Mercosul aprova fundo para pequenas e médias empresas

Brasília, 28 nov (EFE).- O Mercosul aprovou o estatuto de um fundo de garantias para pequenas e médias empresas, que facilitará o acesso ao crédito e propiciará as associações nesse setor, informaram hoje fontes oficiais.

EFE |

"Foi um passo muito importante para o Mercosul e mais ainda em tempos de crise", declarou à Agência Efe o coordenador de Integração Produtiva do Ministério das Relações Exteriores argentino, Hugo Varsky, que participou de uma reunião do bloco, concluída hoje em Brasília.

"A idéia é dar um impulso às empresas que se associem dentro do Mercosul", como meio de facilitar também a integração das cadeias de produção dentro do bloco, uma meta que se persegue há anos e em direção a que não se avançou muito, comentou.

A única coisa que ainda falta ser definida, e que deverá ser estabelecida na cúpula semestral do Mercosul em 16 de dezembro no na Costa do Sauípe, foi o montante do capital do fundo de garantias, que será fornecido pelos países-membros do bloco (Argentina, Brasil, Uruguai e Paraguai).

Segundo Varsky, foi acordado que as contribuições de cada país serão similares às já estabelecidas para o Fundo de Convergência Estrutural do Mercosul (Focem), mecanismo criado em 2004 para apoiar projetos de desenvolvimento.

Desse modo, o Brasil fornecerá 70% do capital para a criação do fundo de garantias para pequenas e médias empresas, enquanto a Argentina, 27%.

Durante a reunião realizada em Brasília, o Mercosul tentou avançar rumo à eliminação da dupla tarifa que todo produto que ingressa no bloco paga quando vai para outro país dentro do Mercosul, embora ainda diminuam alguns assuntos a ser definido.

Fontes da delegação brasileira disseram à Efe esperarem que a eliminação definitiva dessa dupla taxa possa ser anunciada na próxima cúpula e que o assunto não deve ser estendido.

A eliminação da dupla tarifa é uma das metas traçado pelo Brasil para este semestre, no qual exerce a Presidência rotativa do bloco, cargo que entregará ao Paraguai na Costa do Sauípe.

Durante o encontro realizado em Brasília, a Argentina aproveitou para reiterar sua rejeição a um possível acordo na Rodada de Doha que implique uma maior abertura dos setores industriais. EFE ed/rr

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