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Wall Street fecha em alta impulsionada por tecnologia

Ações tiveram um dia de vaivém, com o humor dos investidores oscilando por diversos fatores, incluindo dados de emprego e Europa

Reuters |

 

As bolsas de valores dos Estados Unidos fecharam em alta nesta quinta-feira, impulsionadas pelo avanço de ações do setor tecnológico e diante de expectativas de investidores de um forte relatório sobre o mercado de trabalho norte-americano na sexta-feira.

O índice Dow Jones, referência da bolsa de Nova York, exibiu valorização de 0,06%, aos 10.255 pontos. O Standard & Poor's 500 avançou 0,41%, para 1.102 pontos. O indicador tecnológico Nasdaq subiu 0,96%, para 2.303 pontos.

As ações tiveram um dia de vaivém, com o humor dos investidores oscilando por diversos fatores, incluindo a resistência técnica de índices de ações, a fraqueza do euro e dados sobre emprego animadores.

As ações de tecnologia, que figuraram entre as maiores ganhadoras da sessão em meio às esperanças de recuperação econômica, lideraram o rali.

As ações da Microsoft avançaram 1,5%, para US$ 26,86, depois que o presidente-executivo da companhia, Steve Ballmer, disse que a gigante de software vai continuar a prosperar mesmo com a transição dos PCs para outros dispositivos.

O giro financeiro em Wall Street foi relativamente fraco na véspera de dados do governo sobre o mercado de trabalho na sexta-feira. A expectativa é que os EUA tenham criado 513 mil empregos em maio.

Em uma manhã carregada de indicadores, investidores tiveram uma prévia do que poderá vir no relatório de trabalho na sexta-feira.

De acordo com a ADP Employer Services, o setor privado dos EUA abriu 55 mil vagas em maio, ante 65 mil postos gerados em abril (dado revisado para cima). Além disso, o Departamento do Trabalho informou que os pedidos de auxílio-desemprego no país caíram na semana passada dentro do esperado.

Também foi divulgado que o setor de serviços cresceu em maio pelo quinto mês consecutivo, segundo o Instituto de Gestão de Fornecimento (ISM, na sigla em inglês), mas o Departamento do Comércio revelou que os pedidos às fábricas cresceram menos que o previsto em abril.

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