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Vendas perdem força e dólar opera estável

SÃO PAULO - As ordens de venda perdem força e o dólar comercial reduz as perdas ante o real

Valor Online |

. Depois de cair a R$ 1,698 na mínima da manhã, por volta das 13h10, o dólar comercial valia R$ 1,708 na venda, ainda assim leve baixa de 0,05%. Já no mercado futuro, o dólar para novembro, negociado na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F), mostrava estabilidade, a R$ 1,7085. Na mínima o contrato também foi a R$ 1,698. No câmbio externo, a venda de moeda americana também perdeu força. O euro, que chegou a ir acima de US$ 1,40, reduziu o ganho ante o dólar para 0,15%, a R$ 1,397. E o Dóllar Index, que medo desempenho da moeda americana ante uma cesta de moedas, perdia 0,50%, a 77 pontos, mas chegou a cair a 76,7 pontos. Nas bolsas, o movimento comprador prossegue, mas os índices já estão longe das máximas. O Dow Jones subia 0,54%. Por aqui, o Ibovespa, da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), ganhava 0,57%, aos 69.923 pontos, depois de marcar 70.230 pontos. O encontro do G-20, que ocorreu no fim de semana, não apresentou nenhum acordo definitivo sobre a atual "guerra de moedas". Mas o comunicado conjunto assinado no encerramento do encontro mostrou que os países concordaram em se movimentar rumo a um sistema de câmbio orientado pelo mercado, que seja reflexo dos fundamentos econômicos e evite a desvalorização competitiva de moedas. Como nada de fato mudou após o G-20, os mercados começaram o dia na mesma toada das últimas semanas, ou seja, vendendo dólares e correndo aos ativos de risco, mas tal movimentação já começou a perder força. De volta ao campo doméstico, o Banco Central mostrou que o fluxo cambial estava positivo em US$ 3,793 bilhões no acumulado de outubro até o dia 21. No mesmo período, a autoridade monetária comprou US$ 6,335 bilhões no mercado à vista. Ou seja, o BC comprou US$ 2,542 bilhões a mais do que o fluxo. Quem provê esses dólares ao BC são os bancos. E isso fica evidente ao se observar a posição vendida no mercado à vista, que subiu de US$ 12,427 bilhões no fim de setembro, para US$ 14,26 bilhões agora em outubro até o dia 21. (Eduardo Campos | Valor)

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