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Sorteio é mais popular do que o seguro em si

Depois do seguro de vida, produtos populares mais comprados são automóveis, imóveis e previdência complementar

Aline Cury Zampieri e Olívia Alonso, iG São Paulo |

Além de as apólices terem baixo custo para o cliente, uma das características do pequeno seguro são os sorteios. “Muitas pessoas se interessam mais pela possibilidade de premiação do que pela proteção,” diz Wladimir Chinchio, sócio-diretor da Vayon, empresa de tecnologia para seguros.

Getty Images
Tíquete médio dos seguros populares varia de R$ 5 a R$ 15
Na Itaú Seguros, segunda maior do mercado com prêmios (receita) recebidos de R$ 12,7 bilhões no ano passado, o seguro de vida popular já responde por 18% da carteira de vida da companhia.

No Santander, também entre os maiores do País com prêmios de R$ 3,9 bilhões no ano passado, a receita total do ramo de pessoas é dez vezes maior que a residencial. “É grande a preocupação com a família”, afirma Luciano Benício, superintendente da área de seguros.

Apesar de já representar a maior fatia das receitas, as seguradoras não acreditam que esse segmento esteja saturado. A Caixa Seguros, da Caixa Econômica Federal (CEF), viu o volume de vendas de seguros destinados às classes populares triplicar nos últimos dois anos. Atualmente, respondem por 17% do total das receitas de seguros em 2009. A expectativa é que essa participação cresça em 2010, segundo Rosana Techima, diretora de seguros de vida. A CEF fechou o ano passado com prêmios de R$ 4,2 bilhões.

Depois das pessoas, os automóveis e a casa

Depois do ramo de vida, os produtos populares mais comprados são automóveis, imóveis e previdência complementar. Há ainda os seguros chamados de precaução, oferecidos em situação de incerteza de renda ou despesa com relação ao futuro, como os de saúde, desemprego e prestamista. “Esse seguro é destinado às pessoas mais expostas a riscos e que têm mais dificuldade de se recuperar”, afirma Luis Reis, diretor de Produtos para a América Latina da Zurich.

A modalidade de proteção financeira já representa 5% do faturamento total da Itaú Seguros, diz Aline Coropos, superintendente de produtos. Nessa modalidade, a Itaú oferece um seguro que custa R$ 32 ao ano.

A Caixa tem quatro produtos populares, a partir de R$ 7,71 por mês. Um deles é de vida, com cobertura de R$ 10 mil a R$ 30 mil, outro de acidentes pessoais, que custa R$ 60 por ano e tem cobertura de R$ 10 mil. Há ainda um prestamista e um residencial.





 

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