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Santander lança fundo de commodities metálicas

Aposta no avanço de setores ligados à infraestrutura levou à criação do primeiro fundo do País referenciado nessas commodities

Olívia Alonso, iG São Paulo |

O Santander acaba de anunciar o lançamento de um fundo de capital protegido referenciado em uma cesta de commodities metálicas (cobre, níquel, platina e zinco). A estreia acontece em um momento em que a demanda por essas commodities vem crescendo, impulsionada pela recuperação forte dos países emergentes, principalmente da China, segundo Renato Santaniello, gestor de produtos estruturados do Asset Managment do Grupo Santander Brasil.

“As commodities como um todo devem se beneficiar. Mas, as metálicas, principalmente, estão ligadas à infraestrutura, ao crescimento da produção de automóveis. Devem crescer mais do que as soft commmodities (açúcar e algodão, por exemplo) e o ouro”, afirma.

Getty Images
Cesta terá cobre, níquel, platina e zinco
Santaniello diz que, num primeiro momento, o Fundo Capital Protegido FI Commodities Metálicas será destinado aos clientes do Private Banking. Em uma segunda etapa, o Santander quer lançar um produto semelhante destinado aos clientes de varejo. “Vamos começar pelo Private, que é um canal mais adequado, uma vez que a commodity metálica não é um ativo tão conhecido como a bolsa. A aplicação mínima é de R$ 100 mil e a taxa de administração é de 1,50% ao ano, não havendo cobrança de taxa de performance, entrada ou saída.

O fundo ficará aberto para captação até 6 de abril ou até atingir o limite de R$ 125 milhões. Caso a demanda supere o valor definido, Santaniello afirma que o banco poderá lançar outro fundo com as mesmas características nas semanas seguintes. O prazo de duração será de dois anos, sem a possibilidade de resgates durante a sua vigência. A expectativa do Santander é que este produto tenha um retorno de 25% a 35% no final dos 24 meses. “Se as commodities subirem até o nível pré-crise, já serão 35%”, diz Santaniello.

"Se a cesta de commodities tiver resultado positivo, o cliente ganha um percentual prefixado. No caso de não haver variação ou o retorno ser negativo, o aplicador fica com o principal investido”, explica Luciane Ribeiro, diretora executiva da Santander Brasil Asset Management.
 

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