SÃO PAULO - Com as compras na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) superiores às vendas em mais de R$ 3 bilhões no acumulado de julho, o saldo direto de atuação do investidor estrangeiro voltou a ficar positivo no ano, em R$ 215 milhões. Vale notar que as vendas dos não residentes no mercado acionário brasileiro tinham superado as compras em cinco meses deste ano: janeiro (com saldo negativo de R$ 2,1 bilhões), fevereiro (R$ 1,255 bilhão), abril (R$ 1,078 bilhão), maio (R$ 1,508 bilhão) e junho (R$ 149 milhões). Em março, no entanto, o saldo havia ficado positivo em R$ 3,151 bilhões.

SÃO PAULO - Com as compras na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) superiores às vendas em mais de R$ 3 bilhões no acumulado de julho, o saldo direto de atuação do investidor estrangeiro voltou a ficar positivo no ano, em R$ 215 milhões. Vale notar que as vendas dos não residentes no mercado acionário brasileiro tinham superado as compras em cinco meses deste ano: janeiro (com saldo negativo de R$ 2,1 bilhões), fevereiro (R$ 1,255 bilhão), abril (R$ 1,078 bilhão), maio (R$ 1,508 bilhão) e junho (R$ 149 milhões). Em março, no entanto, o saldo havia ficado positivo em R$ 3,151 bilhões. No acumulado deste mês até a última quarta-feira (28), o fluxo direto do estrangeiro no mercado doméstico estava positivo em R$ 3,154 bilhões, o que explica uma parte da valorização de 9,64% acumulada pelo Ibovespa no período. O total resulta de compras no valor de R$ 29,360 bilhões e de vendas de R$ 26,026 bilhões. Apenas entre os dias 19 e 28 de julho, o ingresso de capital externo na Bovespa ultrapassou as retiradas em R$ 2,275 bilhões. Na quarta-feira passada, quando o Ibovespa avançou 0,20%, o saldo de capital estrangeiro na Bovespa ficou positivo em R$ 246,5 milhões. Na trajetória oposta à do não residente, o fluxo direto do investidor pessoa física e institucional na Bovespa ficou negativo em R$ 2,786 bilhões e em R$ 304,3 milhões no mês até o dia 28. O ranking de participação no mercado acionário segue liderado pelos investidores institucionais, com 36,29%, seguidos pelos estrangeiros, com 27,63% e pelas pessoas físicas (27,54%). (Beatriz Cutait | Valor)

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