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Os preços dos contratos futuros do petróleo sofreram queda, em meio a dados mistos sobre a economia dos EUA e diante do relatório sobre os estoques norte-americanos da commodity, que deixaram os investidores cautelosos em relação à perspectiva para a demanda por combustíveis no país

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Os preços dos contratos futuros do petróleo sofreram queda, em meio a dados mistos sobre a economia dos EUA e diante do relatório sobre os estoques norte-americanos da commodity, que deixaram os investidores cautelosos em relação à perspectiva para a demanda por combustíveis no país.

Os contratos de petróleo com entrega para setembro fecharam em queda de US$ 0,51, ou 0,66%, a US$ 76,99 por barril na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês). Na plataforma ICE, o petróleo tipo Brent para setembro caiu US$ 0,07, ou 0,09%, para US$ 76,06 por barril.

Dados do governo dos EUA mostraram que as encomendas de bens duráveis caíram pelo segundo mês consecutivo em junho, contrariando as expectativas de analistas consultados pela Dow Jones, que esperavam um aumento. Já o Livro Bege do Federal Reserve mostrou que a atividade econômica norte-americana em junho cresceu moderadamente.

Nos últimos dois meses, o valor do barril ficou preso na faixa entre US$ 70 e US$ 80, sem conseguir passar dos US$ 80 em diversas ocasiões, pressionado por temores de uma economia em desaceleração e pelo fato de os estoques continuarem acima dos níveis normais. Com poucas mudanças nos fundamentos do mercado, o petróleo seguiu os mercados de ações como referência de crescimento econômico, mas os dados mistos sobre a economia também mantiveram o índice Dow Jones em uma faixa estreita.

O relatório semanal do Departamento de Energia mostrou um aumento inesperado nos estoques de petróleo dos EUA na semana encerrada no dia 23 de julho, de 7,308 milhões de barris. No entanto, segundo Tim Evans, do Citi Futures Perspective, esse incremento pode ter sido resultado da "transferência de estoques que estavam em alto mar para a terra firme" por conta de fatores como a tempestade tropical Bonnie. As informações são da Dow Jones.

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