Às 12h35, o Ibovespa recuava 0,44%, aos 67.395 pontos, e movimentava R$ 2,322 bilhões; ação PN da Petrobras cedia 1,52%

SÃO PAULO - Apesar de as bolsas americanas terem ensaiado uma virada no pregão para o campo positivo, o mercado brasileiro permaneceu no mesmo lugar, pressionado ainda pelos papéis da Petrobras. Por volta das 12h35, o Ibovespa recuava 0,44%, aos 67.395 pontos, e movimentava R$ 2,322 bilhões.

Em Wall Street, no mesmo horário, as bolsas operavam de lado. Enquanto o índice Dow Jones tinha valorização de 0,19%, o S&P 500 recuava 0,09% e o Nasdaq subia 0,01%. O mercado acionário brasileiro volta a ter uma dinâmica própria nesta quarta-feira, em função do movimento vendedor sobre os papéis da Petrobras.

"A queda das ações ontem foi inesperada, mas hoje já era esperada uma pressão sobre os papéis, com o mercado tentando jogar o preço final da oferta da empresa para baixo", comentou um gestor. Segundo ele, as ações da Petrobras devem enfrentar volatilidade até pelo menos o próximo dia 23, quando o preço por papel emitido no processo de capitalização deverá ser fixado.

Há pouco, os papéis PN da Petrobras cediam 1,52%, a R$ 26,44, e giravam R$ 591 milhões, enquanto as ações ON recuavam 0,43%, a R$ 30,01, com volume negociado de R$ 133,3 milhões. Ainda entre os maiores giros do dia, Vale PNA (-0,68%, a R$ 41,97) movimentava R$ 175,8 milhões e OGX Petróleo ON (0,29%, a R$ 20,54) tinha volume total negociado de R$ 88,6 milhões.

Entre os papéis que integram o Ibovespa, as maiores altas partiam de Vivo PN (2,00%, a R$ 45,71), Tim Participações ON (1,51%, a R$ 7,38) e Pão de Açúcar PNA (1,15%, a R$ 59,58). As principais quedas do índice partiam, além de Petrobras, dos papéis ON da Gafisa (-1,44%, a R$ 12,96), Bradespar PN (-1,65%, a R$ 26,44) e das units do Santander Brasil (-2,62%, a R$ 21,15). (Beatriz Cutait | Valor)

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