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NY abre em alta com apetite por risco renovado

O compromisso assumido pelos ministros das finanças do G-20 no fim de semana, para evitar que os países depreciem suas moedas a fim de obter vantagem competitiva, contribuiu para a abertura das Bolsas em Nova York em alta

AE |

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O compromisso assumido pelos ministros das finanças do G-20 no fim de semana, para evitar que os países depreciem suas moedas a fim de obter vantagem competitiva, contribuiu para a abertura das Bolsas em Nova York em alta.

Às 11h34 (de Brasília), o Dow Jones subia 0,52% aos 11.190,01 pontos, o Nasdaq avançava 0,62% para 2.495,34 pontos e o S&P 500 tinha valorização de 0,72% aos 1.191,77 pontos.

"Há um certo grau de esperança de que, após o encontro do G-20, as maiores economias do mundo vão se afastar de desvalorizações para aumentar a competitividade de suas moedas, o que aumentará a confiança no mercado de ações - embora o dólar não tenha encontrado sustentação com o compromisso", disse o analista do IG Markets, Chris Weston.

De fato, o dólar voltou a ficar pressionado, enquanto o ouro e outras commodities subiram, junto com as ações, uma vez que houve aumento no apetite por risco. O dólar caiu para uma nova mínima em 15 anos contra o iene.

Os futuros não esboçaram reação à divulgação de piora no índice de atividade nacional do Federal Reserve (Fed, banco central americano) de Chicago, que caiu para -0,58 em setembro, do dado revisado de -0,49 em agosto. Originalmente o índice de agosto havia sido calculado em -0,32. A média móvel mensal diminuiu para -0,33 em setembro.

No cenário corporativo, o chairman da Office Depot, Steve Odland, anunciou sua saída no dia 1º de novembro e substituição pelo membro do conselho Neil Astrian, como interino. A companhia também disse que espera obter lucro no terceiro trimestre, contra estimativa dos analistas de prejuízo.

Texas Instruments e Amgen devem divulgar seus resultados após o fechamento do mercado. As informações são da Dow Jones.

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