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Juros futuros recuam na BM & F, com surpresa das vendas varejistas

SÃO PAULO - O resultado mais fraco que o esperado do setor varejista brasileiro em maio está levando a uma nova queda dos contratos de juros futuros na jornada desta terça-feira. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o volume das vendas no varejo aumentou apenas 1,4% em maio, invertendo a direção registrada um mês antes, de queda de 3,1%. Em relação a maio de 2009, o indicador subiu 10,2%.

Valor Online |

SÃO PAULO - O resultado mais fraco que o esperado do setor varejista brasileiro em maio está levando a uma nova queda dos contratos de juros futuros na jornada desta terça-feira. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o volume das vendas no varejo aumentou apenas 1,4% em maio, invertendo a direção registrada um mês antes, de queda de 3,1%. Em relação a maio de 2009, o indicador subiu 10,2%. A LCA esperava um avanço de 2,1% nas vendas varejistas de maio e a Máxima Asset projetava crescimento de 1,7%. Na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM & F), há pouco, o Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em janeiro de 2012, o mais líquido do dia, cedia 0,02 ponto percentual, para 11,82%, enquanto o DI do primeiro mês de 2013 recuava 0,05 ponto, a 11,98%. O contrato com vencimento em janeiro de 2014, por sua vez, declinava 0,03 ponto, a 12,03%. Na parte mais curta da curva, o DI com vencimento em outubro de 2010 tinha baixa de 0,01 ponto, a 10,97%. O contrato de janeiro de 2011 também apresentava decréscimo de 0,01 ponto, a 11,31%. "Depois dos dados da produção industrial de maio e do IPCA de junho, os números mais fracos do varejo corroboram para uma tentativa do mercado de mudar a aposta para a próxima reunião do Copom", diz o gestor de renda fixa e derivativos da Meta Asset Management, Henrique de La Roque. A produção industrial brasileira ficou estável entre abril e maio, enquanto o IPCA apresentou variação nula em junho. Ambos os indicadores tiveram um resultado mais fraco que o projetado pelo mercado. Embora considere "difícil" o Banco Central mudar o ritmo dos aumentos dos juros básicos por conta dos últimos dados divulgados sobre a economia doméstica, o gestor acredita que o mercado ficará mais dividido em relação à próxima reunião do Copom, que ocorre nos dias 20 e 21 de julho. "Continuamos projetando um aumento de 0,75 ponto percentual da Selic, mas estamos com o pé atrás", ressalta de La Roque. Na gestão da dívida pública, o Tesouro realiza leilão tradicional e resgate antecipado de Notas do Tesouro Nacional Série B (NTN-B). (Beatriz Cutait | Valor)

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