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Europa fecha em queda com dados ruins dos EUA

As principais Bolsas europeias fecharam em queda forte, acompanhando os mercados de ações da Irlanda e da Grécia

AE |

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As principais Bolsas europeias fecharam em queda forte, acompanhando os mercados de ações da Irlanda e da Grécia. Os receios sobre o vigor e a sustentabilidade da recuperação econômica continuam a incomodar os investidores. O índice pan-europeu Stoxx 600 recuou 1,70% e fechou em 249,45 pontos.

"Os receios sobre a recuperação econômica global continuam a dominar o sentimento dos operadores e o apetite por risco desapareceu. Os preços das ações parecem estar em risco de entrar em queda livre", disse Ben Critchley, da IG Index.

As Bolsas europeias operaram no campo negativo durante toda a sessão, mesmo com o indicador de encomendas à indústria nos 16 países da zona do euro, que cresceu 2,5% em junho (+22,6% em relação a junho de 2099), indicando que a recuperação da produção industrial deverá continuar nos próximos meses.

Na Alemanha, o governo confirmou que o PIB cresceu 2,2% no segundo trimestre (+3,7% em relação ao mesmo período de 2009) e informou que o déficit orçamentário cresceu para 42,8 bilhões de euros no primeiro semestre, ou 3,5% do PIB.

Perto do fim da sessão, os mercados de ações na Europa foram pressionados ainda mais para baixo pela queda das Bolsas dos EUA, depois da divulgação do indicador de vendas de imóveis residenciais usados (-27,2% em julho, para a taxa anualizada de 3,83 milhões de unidades, nível mais baixo em 15 anos).

O índice ASE, da Bolsa de Atenas, fechou em queda de 3,42%, em 1.544,23 pontos. Na Bolsa de Dublin, as ações da indústria de materiais de construção CRH caíram 16,58%, depois de a empresa divulgar seu balanço do primeiro semestre. Isso levou o índice ISEQ a uma queda de 5,78%, fechando em 2.620,12 pontos.

Na Bolsa de Londres, o índice FT-100 fechou em queda de 1,51%, em 5.155,95 pontos. As ações da construtora Wolseley caíram 5,13%, com o setor prejudicado pelos resultados da CRH. O setor de mineração também teve um desempenho ruim. As ações da Rio Tinto caíram 4,28% e as da BHP Billiton recuaram 1,48%. As da Antofagasta perderam 1,46%, mesmo depois de a empresa anunciar um crescimento de 91% no lucro do primeiro semestre. As ações da Vedanta Resources caíram 7,61%, depois de autoridades da Índia rejeitarem os planos da empresa de construir uma mina de bauxita no Estado de Orissa. As ações do conglomerado de comunicação e marketing WPP recuaram 3,95%, após a divulgação de seu balanço.

Na Bolsa de Frankfurt, o índice Xetra DAX fechou em queda de 1,26%, em 5.935,44 pontos. As ações da indústria de cimento Heidelberg também foram pressionadas pelo desempenho da irlandesa CRH e caíram 4,95%. As do banco Commerzbank recuaram 2,50% e as do Deutsche Bank fecharam em queda de 1,60%. As da siderúrgica ThyssenKrupp caíram 2,43%.

O índice CAC-40, da Bolsa de Paris, fechou em queda de 1,75%, em 3.491,11 pontos. As ações do setor bancário caíram(Crédit Agricole -1,18%; BNP Paribas -2,13%; Société Générale -1,41%). As da indústria farmacêutica Sanofi-Aventis recuaram 2,36%. As da petroleira Total caíram 1,63%, acompanhando a baixa recente dos preços do produto. As da Lafarge, do setor de construção, caíram 4,35%, depois de o Bank of America Merrill Lynch rebaixar sua recomendação. As ações da Carrefour recuaram 2,88%.

O índice FTSE-MIB, da Bolsa de Milão, fechou em queda de 1,58%, em 19.694,88 pontos. Na Bolsa de Madri, o índice Ibex-35 recuou 1,65%, e fechou em 10.052,30 pontos. Na Bolsa de Lisboa, o índice PSI-20 fechou em queda de 0,73%, em 7.321,51 pontos. As informações são da Dow Jones.

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