SÃO PAULO - O investidor estrangeiro deu continuidade ao movimento de injeção de capital na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) na quarta semana de setembro. Entre os dias 20 e 24 do mês, o saldo direto de atuação do não residente ficou positivo em R$ 669,8 milhões, o que ajuda a explicar a valorização de 1,65% acumulada pelo Ibovespa no intervalo.

SÃO PAULO - O investidor estrangeiro deu continuidade ao movimento de injeção de capital na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) na quarta semana de setembro. Entre os dias 20 e 24 do mês, o saldo direto de atuação do não residente ficou positivo em R$ 669,8 milhões, o que ajuda a explicar a valorização de 1,65% acumulada pelo Ibovespa no intervalo. Na primeira semana do mês, que compreendeu apenas três dias, o resultado estava negativo em R$ 24 milhões e, na segunda, acabou negativo em R$ 232,8 milhões. Já na terceira, o fluxo direto estrangeiro mudou de direção, positivo em R$ 333,8 milhões. Na trajetória oposta a do não residente, os investidores institucionais e pessoa física reduziram sua posição na Bovespa na última semana, quando seus saldos de atuação ficaram negativos em R$ 971,8 milhões e em R$ 635,4 milhões, respectivamente. Apenas na sexta-feira passada, quando o Ibovespa caiu 0,87%, as compras do estrangeiro superaram suas vendas em R$ 256,2 milhões. No acumulado do mês, até o dia 24, o saldo de negociação direta do não residente estava positivo em R$ 746,7 milhões, resultado de compras no valor de R$ 33,149 bilhões e de vendas de R$ 32,402 bilhões. O ranking de participação no mercado acionário brasileiro continua liderado pelos investidores institucionais, com 36,12%. Na sequência, apareciam os estrangeiros, com 29,72%, e as pessoas físicas (24,81%). No ano, o resultado da atuação do investidor internacional na bolsa brasileira está positivo em R$ 712 milhões. (Beatriz Cutait | Valor)

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