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Dólar testa R$ 1,75 e volta a subir; euro bate US$ 1,29

SÃO PAULO - Conforme observado em outros pregões, o dólar comercial voltou a testar e a respeitar a barreira de R$ 1,75. Depois de cair a essa linha, a moeda passou a ganhar valor, apesar de existir respaldo para a continuidade do movimento de baixa.

Valor Online |

SÃO PAULO - Conforme observado em outros pregões, o dólar comercial voltou a testar e a respeitar a barreira de R$ 1,75. Depois de cair a essa linha, a moeda passou a ganhar valor, apesar de existir respaldo para a continuidade do movimento de baixa. Por volta das 12h50, o dólar comercial apresentava valorização de 0,51%, a R$ 1,771 na compra e R$ 1,773 na venda. Na mínima, a moeda foi a R$ 1,752. No mercado futuro, o dólar com vencimento em agosto, negociado na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM & F), apresentava leve alta de 0,48%, a R$ 1,7555. Na visão do especialista em câmbio da Terra Futuros, Arnaldo Puccinelli, o mercado segue zerando posição vendida, ou seja, os agentes realizam lucros de operações feitas quando o dólar estava a um patamar mais elevado. Pelo lado técnico, diz Puccinelli, as vendas do contrato futuro de agosto ganham força com a moeda abaixo de R$ 1,7635, com paradas em R$ 1,755 e R$ 1,7475. No lado contrário, as compras ganharam força com dólar acima de R$ 1,7835. O que chama atenção no mercado de câmbio global, e que daria suporte a uma valorização do real, é o preço do euro. A moeda comum sobe forte ante o dólar e volta a valer mais de US$ 1,29, preço não registrado desde o começo de maio. O resultado satisfatório de um leilão de dívida feito pela Espanha animou os investidores. O país conseguiu captar 3 bilhões de euros em notas de 15 anos. Cabe ressaltar que a demanda foi o dobro da oferta. De volta ao mercado local, os bancos voltaram a ampliar a posição comprada (aposta pró-dólar) em dólar futuro no pregão de ontem. Foram US$ 620 milhões, que elevaram o estoque a US$ 1,43 bilhão. Já os estrangeiros seguiram vendendo dólares. A soma, ontem, foi de US$ 633 milhões. Com isso, o estoque pró-real subiu a US$ 4,52 bilhões. (Eduardo Campos | Valor)

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