Em dia de formação da Ptax que será usada na liquidação dos contratos futuros de outubro, o mercado doméstico de câmbio abre o dia testando o piso informal da moeda norte-americana, de R$ 1,70

selo

Em dia de formação da Ptax que será usada na liquidação dos contratos futuros de outubro, o mercado doméstico de câmbio abre o dia testando o piso informal da moeda norte-americana, de R$ 1,70. No mercado interbancário, às 9h55, nos primeiros negócios desta manhã, o dólar comercial já era negociado a R$ 1,697, baixa de 0,47%. Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o dólar à vista estava cotado a R$ 1,6975, recuo de 0,38%.

No exterior, o ambiente favorece quem aposta para baixo. O euro segue acima de US$ 1,36. Em relação às moedas emergentes de maior peso, a desvalorização do dólar girava ao redor de 0,10%, segundo operadores consultados pela Agência Estado. Para municiar os movimentos em torno da formação da taxa de câmbio oficial do dia, o mercado doméstico ficará de olho nas mesmas variáveis que tem acompanhado nos últimos tempos. Além do cenário externo, as atenções ficarão focadas no fluxo de recursos e nas ações do Banco Central.

Quanto ao fluxo, o sinônimo de novidade com potencial para mexer em cotações seria uma eventual captação externa que não esteja prevista. A capitalização da Petrobras (o resultado oficial da participação de estrangeiros só será conhecido em 25 de outubro) e as emissões já feitas ou em curso do mês, superiores a US$ 10 bilhões, estão no preço. "O fluxo financeiro de setembro está positivo em US$ 14,456 bilhões até o dia 24 e o grosso das entradas desse segmento ocorreu na terceira semana (US$ 8,9 bilhões). Na semana passada, as entradas já caíram bastante (US$ 2,615 bilhões pelo financeiro) e a Petrobras é passado", diz um profissional do mercado doméstico de câmbio.

    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.