SÃO PAULO - As ordens de venda tomaram um pouco de fôlego e o dólar voltou a ser negociado próximo das mínimas do dia. Por volta das 14h30, o dólar comercial caía 0,11%, a R$ 1,709 na venda.

SÃO PAULO - As ordens de venda tomaram um pouco de fôlego e o dólar voltou a ser negociado próximo das mínimas do dia. Por volta das 14h30, o dólar comercial caía 0,11%, a R$ 1,709 na venda. Na mínima, a moeda foi a R$ 1,708. Vale lembrar que esse preço marca a mínima de fechamento do ano. Já no mercado futuro, o contrato para outubro, negociado na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F), recuava 0,17%, a R$ 1,710. No câmbio externo, a instabilidade também pauta os negócios, o euro, por exemplo fez máxima a US$ 1,35, perdeu força, mas já volta a se aproximar desse preço. Nas bolsas, o Dow Jones marca leve baixa de 0,18%, já o Ibovespa, da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) ganhava 0,34%. Os investidores locais também acompanharam as declarações do ministro da Fazenda, Guido Mantega, sobre o câmbio. O ministro voltou a falar que o governo não permitirá uma valorização exagerada do real. A novidade é a possibilidade de alguma medida para aplicações em renda fixa. A ideia que passou a circular foi a de o governo estuda a adoção de impostos, como o Imposto sobre Operação Financeira (IOF) sobre investimentos externos de curto prazo. A sexta-feira foi bastante movimentada no mercado futuro. Os estrangeiros venderam US$ 1,07 bilhão em contratos de dólar futuro, elevando a posição vendida (aquela que ganha com a valorização do real) a US$ 9,22 bilhões. Já os bancos compraram US$ 1,27 bilhão em contratos de dólar. Com isso, a posição comprada (aquela que ganha com a valorização do dólar) subiu a US$ 8,52 bilhões. Outros agentes com posições relevantes são os investidores institucionais nacional, vendidos em US$ 4,59 bilhões, e outras pessoas jurídicas financeira, compradas em US$ 4,08 bilhões. (Eduardo Campos | Valor)

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