O dólar opera em baixa na manhã desta terça-feira. Às 9h44, a queda registrada era de 0,74 % e a moeda norte-americana era vendida a R$ 1,743. Na segunda, o dólar encerrou o pregão cotado a R$ 1,756 para venda, em alta de 0,74% frente ao real, maior cotação em um mês.

No mês, o dólar acumulou ganhos de 0,57%, embora, no ano, a queda seja de 24,6%.

Apoiados na avaliação de que os problemas no Dubai World não têm força para provocar uma segunda onda da crise, os mercados financeiros iniciam o mês de dezembro em tom de recuperação. O euro volta a superar a marca de US$ 1,50 na manhã desta terça-feira. E abre espaço para que o dólar comece o dia em queda também ante o real.

A avaliação do mercado doméstico é de que R$ 1,70 é a marca que incomoda o governo e que precipita medidas cambiais. Afinal, foi quando a cotação estava ao redor dessa marca que foi criado o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) de 2% sobre entradas de capital estrangeiro para bolsa e renda fixa e, depois, quando foi anunciada a cobrança de 1,5% também sobre a emissão de recibos de depósitos de ações (DRs, na sigla em inglês). Assim, não há nada que impeça a predominância da influência do cenário externo nos negócios do mercado brasileiro de câmbio hoje e a consequente trajetória de queda do dólar ante o real.


Bolsas asiáticas

As bolsas da Ásia continuaram em recuperação nesta terça-feira. A redução das preocupações sobre a crise de débito do Dubai World, dos Emirados Árabes Unidos, e os bons números da economia chinesa alavancaram os pregões.

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