O dólar comercial abriu o dia em queda de 0,17%, negociado a R$ 1,724 no mercado interbancário de câmbio

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O dólar comercial abriu o dia em queda de 0,17%, negociado a R$ 1,724 no mercado interbancário de câmbio. No pregão de segunda-feira, a moeda norte-americana fechou em baixa de 0,35%, cotada a R$ 1,727. Na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F), o dólar com liquidação à vista abriu as negociações em alta de 0,26%, a R$ 1,73.

A expectativa é de que o dólar siga sua rota de queda em relação ao real ao longo do dia, buscando aos poucos a marca de R$ 1,70, pressionado pela perspectiva de fluxo fortemente positivo para o País. O mercado espera não só as entradas de recursos ligados à capitalização da Petrobras, mas também outras captações menores antes das eleições de outubro.

Hoje, será divulgado o Livro Bege, que resume as condições econômicas dos Estados Unidos. O mercado vai tentar encontrar, no documento, pistas sobre os caminhos que o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) seguirá na política monetária do país. Além disso, o presidente norte-americano, Barack Obama, deve apresentar uma proposta que prevê que as empresas do país possam abater 100% de impostos que incidam sobre investimentos feitos em máquinas e equipamentos durante o ano de 2011. Esta é mais uma medida para tentar impulsionar a atividade econômica.

No Brasil, o mercado amanheceu com a confirmação de uma captação que era comentada desde a semana passada. A Odebrecht conseguiu US$ 500 milhões em bônus perpétuos. Pelo menos US$ 300 milhões devem entrar no País, já que a empresa tem pela frente diversos investimentos, inclusive a construção do estádio que deve ser palco da abertura da Copa de 2014. Segundo a empresa, US$ 200 milhões serão usados no pagamento de dívidas antigas. Também hoje, a Vale divulgou um comunicado avisando que pretende emitir bônus com vencimento de dez anos.

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