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Dólar comercial abre em alta de 0,57%, a R$ 1,769

O dólar comercial abriu o dia em alta de 0,57%, negociado a R$ 1,769 no mercado interbancário de câmbio

AE |

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O dólar comercial abriu o dia em alta de 0,57%, negociado a R$ 1,769 no mercado interbancário de câmbio. No pregão de sexta-feira, a moeda norte-americana fechou em leve baixa de 0,06%, cotada a R$ 1,759. Na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F), o dólar com liquidação à vista abriu as negociações de hoje em alta de 0,65%, a R$ 1,7686.

Enquanto a Europa mostra reação morna aos resultados dos testes de estresse dos bancos da região, o mercado brasileiro de câmbio deve se concentrar na conveniência de o Banco Central (BC) fazer - ou não - os leilões de swap cambial reverso. Nestes leilões, as instituições financeiras compram contratos e recebem uma taxa de juros. O BC, por sua vez, ganha a

variação cambial no período de validade dos contratos.

Desde cedo, as bolsas europeias operam muito perto da estabilidade, numa mostra de que os investidores não se permitem comemorar a aprovação da maioria ampla das instituições nos testes de estresse. O sentimento que ficou é de que os critérios foram frouxos e, portanto, várias incertezas continuam.

No Brasil, o dólar deve se manter acima da marca de R$ 1,76, pelo menos no início da sessão. "Essa marca vem se sustentando e a impressão é de que vai continuar assim, já que nada mudou de forma significativa", afirma um profissional de mercado. Outros operadores, no entanto, citam uma mudança que consideram importante no curtíssimo prazo: a consulta informal feita pelo BC ao mercado sobre a demanda para um eventual leilão de swap cambial reverso.

"O BC mexeu com as expectativas e isso pode fazer com que alguns investidores mais expostos reduzam suas posições vendidas, provocando alta na moeda norte-americana", disse um experiente operador. As discussões em torno da conveniência ou não do BC fazer leilões de swap cambial reversos devem centralizar boa parte das atenções do mercado de câmbio hoje.

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