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No pregão de segunda-feira, a moeda norte-americana fechou em baixa de 0,45%, cotada a R$ 1,752

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O dólar comercial abriu o dia em alta de 0,34%, negociado a R$ 1,758 no mercado interbancário de câmbio. No pregão de segunda-feira, a moeda norte-americana fechou em baixa de 0,45%, cotada a R$ 1,752. Na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F), o dólar com liquidação à vista abriu as negociações em alta de 0,33%, a R$ 1,759. 

Hoje, a China dá sinais de desaquecimento e adiciona tensão aos mercados, que operam na expectativa da conclusão da reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA). O Fomc deve divulgar hoje, às 15h15, suas decisão sobre política monetária. 

No mercado internacional de moedas, esses fatores levam a uma pequena valorização do dólar nesta manhã. Se a perspectiva de medidas de estímulo do Fed à economia dos EUA pressionam a moeda para baixo, as incertezas sobre a recuperação global adicionam risco aos mercados, sustentando as cotações. 

No Brasil, os operadores afirmam que as margens para queda e para alta do dólar ante o real devem continuar estreitas. Na trajetória de valorização esperada para hoje, o freio é acionado pelas perspectivas de fluxo, que continuam positivas. Ontem, o Bradesco inaugurou a lista de captações privadas externas do mês de agosto, arrecadando US$ 1 bilhão. Em junho, foram mais de US$ 5 bilhões. Para as próximas semanas, outros US$ 5 bilhões poderiam chegar ao País. Isso sem contar a capitalização da Petrobras.

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