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Dólar começa semana em baixa e fecha a R$ 1,752

SÃO PAULO - A semana é outra, mas o comportamento do dólar comercial não apresenta mudança. A banda de oscilação continua restrita entre R$ 1,750 a R$ 1,760.

Valor Online |

SÃO PAULO - A semana é outra, mas o comportamento do dólar comercial não apresenta mudança. A banda de oscilação continua restrita entre R$ 1,750 a R$ 1,760. Hoje, a moeda americana perdeu valor, e fechou a R$ 1,752 na venda, queda de 0,39% sobre o fechamento de sexta-feira. A segunda-feira também foi de poucos negócios, o giro estimado para o interbancário não passou de US$ 1 bilhão. Na roda de "pronto", da Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM & F) o dólar encerrou com baixa de 0,33%, a R$ 1,7532. O volume caiu de US$ 110,25 milhões para US$ 58,75 milhões. Já no mercado futuro, o dólar com vencimento setembro, negociado na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM & F), marcava desvalorização de 0,53%, a R$ 1,7605, antes do ajuste final de posições. Segunda a diretora da AGK Corretora, Miram Tavares, segue o mesmo panorama de aumento expressivo de compras com dólar na linha de R$ 1,75. Entre os fatores que limitam uma queda mais acentuada, a especialista aponta o medo de atuações mais agressivas do Banco Central, e a falta de estímulo da cena externa. A especialista lembra que o quadro externo não mostra viés nem positivo nem negativo. As coisas melhoraram na Europa, mas pioraram um pouco nos Estados Unidos, sem efeito líquido relevante. E, pelo lado doméstico, apesar da melhora recente no fluxo de recursos, pioraram os prognósticos para as contas externas. Na visão de Miriam, o mercado aguarda, agora, os comentários do Federal Reserve (Fed), banco central americano, sobre a economia e os dados sobre a economia chinesa. Para a diretora, o Fed deve indicar que tudo segue como está, ou seja, juro baixo por longo período de tempo. Já a China não deve mostrar nenhum grande sinal de desaceleração. Se essas suas expectativas se confirmarem, Miriam acredita que o mercado de câmbio não deve mostrar grande alteração. No câmbio externo, o euro perdeu valor para o dólar, mas defendeu a linha de US$ 1,32. E entre as commodities, destaque para o petróleo, depois que o barril de WTI subiu mais de 1%, passando a valer mais de US$ 81,50. (Eduardo Campos | Valor)

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