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Dólar aponta leve baixa de 0,05%, a R$ 1,766

SÃO PAULO - As ordens de venda perderam um pouco de força, mas continuando determinando a formação de preço no mercado local mesmo que por pequena margem no pregão desta terça-feira. Depois de bater R$ 1,783 na máxima do dia, o dólar comercial caiu a R$ 1,763 na mínima, e, por volta das 15 horas, era negociado a R$ 1,766 na venda, queda de 0,05%. No mercado futuro, o dólar com vencimento em setembro, negociado na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM & F), recuava 0,19%, a R$ 1,770. As máximas do dia foram registrada no começo do negócios, quando a aversão estava nas máximas em função das dúvidas sobre o ritmo de crescimento da economia americana e mundial. No entanto, o dólar a R$ 1,78 chamou os exportadores ao mercado, segundo operadores, o que acabou servindo de barreira à valorização. Fora isso, a capitalização da Petrobras, que pode resultar em um entrega gigantesca de dólares no país, também limite a formação de grandes posições compradas. Pelo lado externo, o dólar também perdeu força depois que a Associação Nacional de Corretores de Imóveis dos EUA mostrou que a venda de moradias antigas desabou 27,2% em julho, maior queda já registrada e bastante superior ao recuo de 14% previsto. As vendas anualizadas somaram 3,83 milhões de unidades no mês passado, menor leitura desde maio de 1995.

Valor Online |

SÃO PAULO - As ordens de venda perderam um pouco de força, mas continuando determinando a formação de preço no mercado local mesmo que por pequena margem no pregão desta terça-feira. Depois de bater R$ 1,783 na máxima do dia, o dólar comercial caiu a R$ 1,763 na mínima, e, por volta das 15 horas, era negociado a R$ 1,766 na venda, queda de 0,05%. No mercado futuro, o dólar com vencimento em setembro, negociado na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM & F), recuava 0,19%, a R$ 1,770. As máximas do dia foram registrada no começo do negócios, quando a aversão estava nas máximas em função das dúvidas sobre o ritmo de crescimento da economia americana e mundial. No entanto, o dólar a R$ 1,78 chamou os exportadores ao mercado, segundo operadores, o que acabou servindo de barreira à valorização. Fora isso, a capitalização da Petrobras, que pode resultar em um entrega gigantesca de dólares no país, também limite a formação de grandes posições compradas. Pelo lado externo, o dólar também perdeu força depois que a Associação Nacional de Corretores de Imóveis dos EUA mostrou que a venda de moradias antigas desabou 27,2% em julho, maior queda já registrada e bastante superior ao recuo de 14% previsto. As vendas anualizadas somaram 3,83 milhões de unidades no mês passado, menor leitura desde maio de 1995. Com a divulgação do número, o dólar passou a perder para o euro e para o iene. O euro, por exemplo, retomou a linha de US$ 1,26, depois de cair a US$ 1,25. Em Wall Street, os índices voltaram a acentuar perdas. Há pouco, o Dow Jones declinava 1,24%. O mesmo vale para a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), que perdia 1,21%. O VIX, índice que mede a volatilidade das opções do mercado americano e é visto como um termômetro do medo do mercado, subia 4,7%, para 26,9 pontos, mas chegou a passar dos 28 pontos na máxima do dia. (Eduardo Campos | Valor)

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