SÃO PAULO - As ordens de venda seguem pautando a formação da taxa de câmbio nesta quinta-feira. O assunto nas mesas é um só: a capitalização da Petrobras que está saindo do papel.

Definido o preço do barril, que ficou em US$ 8,51 em média, os agentes aguardam, agora, as informações sobre a oferta de ações da estatal, para tentar estimar com maior clareza quanto dinheiro pode vir do mercado externo para participar da operação. Por volta das 13h10, o dólar comercial era negociado a R$ 1,734 na venda, queda de 0,74%, e nova mínima para o dia. O Banco Central (BC) já fez um leilão de compra no mercado à vista, tomando moeda a R$ 1,7354. Como ontem, fica a dúvida sobre a possibilidade de nova operação. O volume negociado no interbancário estaria ao redor de US$ 1,5 bilhão. Além da expectativa com a Petrobras, a empresa também estaria contribuindo de fato para a queda, pois corre pelo mercado que a estatal internou US$ 500 milhões na manhã desta quinta-feira. No mercado futuro, o contrato para outubro, negociado na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM & F), recuava 0,82%, a R$ 1,7425. (Eduardo Campos | Valor)

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