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Dólar acentua alta e vai a R$ 1,807

SÃO PAULO - A demanda por dólares sobe conforme se acentuam as perdas nas bolsas e no mercado de commodities. Por volta das 14h30, o dólar comercial apresentava alta de 1,37%, a R$ 1,805 na compra e R$ 1,807 na venda.

Valor Online |

SÃO PAULO - A demanda por dólares sobe conforme se acentuam as perdas nas bolsas e no mercado de commodities. Por volta das 14h30, o dólar comercial apresentava alta de 1,37%, a R$ 1,805 na compra e R$ 1,807 na venda. Já no mercado futuro, o dólar com vencimento em julho, negociado na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM & F), apontava valorização de 1,43%, a R$ 1,8065. No câmbio externo, o euro segue em baixa, valendo menos de US$ 1,22. Entre as commodities, o barril de WTI recuava mais de 3%, na linha dos US$ 75,60. Nas bolsas, as ordens de venda continuam aumentando. Por aqui, o Ibovespa recuava 3,38%, enquanto, em Wall Street, o Dow Jones apresentava queda de 2,49% e o S & P caía 2,77%. O gatilho para tamanho pessimismo nesta terça-feira teria seria a revisão de um indicador de atividade da economia chinesa. Mas também está em pauta o vencimento, nesta quinta-feira, de 442 bilhões de euros em empréstimos do Banco Central Europeu (BCE). O BCE emprestou essa montanha de dinheiro no ano passado e a preocupação é de que os bancos europeus podem encontrar dificuldade em fazer os pagamentos. Somando instabilidade, os agentes lidam, também, com dados negativos sobre a economia americana, com a queda da confiança do consumidor agora em junho. Captando a aversão ao risco, o VIX, índice que mede a volatilidade das opções do mercado americano, saltava 16%, para cima de 33 pontos, linha não atingida desde o começo do mês. Outro termômetro da demanda por proteção no mercado é a queda na taxa de retorno dos títulos americanos. A taxa do título de dois anos, por exemplo, fez mínima histórica, mostrando quão forte é a demanda pelos ativos conhecidos como "porto seguro". (Eduardo Campos | Valor)

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