SÃO PAULO - Conforme o humor piora no mercado externo e o mercado futuro também passa a registrar alta, a demanda por dólar comercial sobe. Por volta das 15h20, a moeda subia 0,83%, a R$ 1,695 na venda, nova máxima para o dia.

SÃO PAULO - Conforme o humor piora no mercado externo e o mercado futuro também passa a registrar alta, a demanda por dólar comercial sobe. Por volta das 15h20, a moeda subia 0,83%, a R$ 1,695 na venda, nova máxima para o dia. No entanto, o volume negociado segue baixo. O giro estimado para o interbancário estava em US$ 750 milhões. Já no mercado futuro, o contrato para novembro, negociado na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F), avançava 0,20%, a R$ 1,7035. O contrato chegou a cair a R$ 1,691 na mínima do dia. No câmbio externo, o euro segue perdendo valor para o dólar, e volta a ser negociado na casa de US$ 1,36, depois de fazer máxima em seis meses próximo a US$ 1,38. Nas bolsas americanas, as vendas são maioria, com o Dow Jones recuando 0,95%. Captando esse ambiente mais avesso ao risco, o VIX, que mede a volatilidade das ações no mercado americano é visto como um indicador do medo do mercado, saltava 7,33%, para a linha dos 24 pontos. (Eduardo Campos | Valor)

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