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DIs sobem, mas curva ainda sugere BC menos conservador

SÃO PAULO - Depois do acentuado ajuste de baixa de ontem os contratos de juros futuros longos ajustam para cima na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM & F). No entanto, tal movimentação não muda a ideia base de que o Banco Central (BC) deve abrandar o ritmo de ajuste na taxa de juros.

Valor Online |

SÃO PAULO - Depois do acentuado ajuste de baixa de ontem os contratos de juros futuros longos ajustam para cima na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM & F). No entanto, tal movimentação não muda a ideia base de que o Banco Central (BC) deve abrandar o ritmo de ajuste na taxa de juros. Antes do ajuste final de posições, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em agosto de 2010 registrava alta de 0,03 ponto, a 10,50%. Setembro de 2010 apontava estabilidade a 10,70%. E janeiro de 2011, o mais líquido do dia, registrava queda de 0,03 ponto, a 11,22%. Entre os longos, o contrato para janeiro de 2012 subia 0,03 ponto, a 11,80%. Janeiro de 2013 ganhava 0,08 ponto, a 12,01%. E janeiro 2014 acumulava 0,07 ponto, a 12,06%. Até as 16 horas, foram negociados 909.650 contratos, equivalentes a R$ 83,56 bilhões (US$ 47,68 bilhões), metade do registrado ontem. O vencimento janeiro de 2011 foi o mais negociado, com 369.795 contratos, equivalentes a R$ 35,16 bilhões (US$ 20,06 bilhões). Segundo o economista da Platina Investimentos, Eduardo Baczynski, o que dá embasamento a esta apostas de BC menos conservados são os dados recentes de atividade e inflação. Pelo lado da atividade, diz o especialista, embora a tendência continue sendo de crescimento, a acomodação está sendo mais forte ou pode se mostrar mais prolongada do que o previsto anteriormente. Contribuindo para essa visão, o índice de atividade econômica do Banco Central (IBC-Br) registrou estabilidade entre abril e maio depois de 15 meses consecutivos de alta. Já no lado da inflação, as leituras seguem bastante comportadas nos índices ao consumidor. E os alimentos sugerem novas variações negativas. Pela precificação atual, diz o economista, a curva sugere uma alta de 0,75 ponto no encontro da semana que vem do Comitê de Política Monetária (Copom) e uma redução de ritmo, para 0,5 ponto na reunião de setembro. (Eduardo Campos | Valor)

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