SÃO PAULO - Na continuação do movimento da sexta-feira passada, os contratos de juros futuros operam em alta na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F), nesta jornada. Há pouco, o Depósito Interfinanceiro (DI) de janeiro de 2012 subia 0,05 ponto percentual, para 11,35%, enquanto o DI com vencimento em janeiro de 2011 cedia apenas 0,01 ponto, a 10,66%. Entre os vencimentos mais longos, o DI de janeiro de 2013 avançava 0,05 ponto, a 11,69%, e o DI do início de 2014 tinha alta de 0,06 ponto, também a 11,69%. O contrato de janeiro de 2015 ainda aumentava 0,04 ponto, a 11,63%.

SÃO PAULO - Na continuação do movimento da sexta-feira passada, os contratos de juros futuros operam em alta na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F), nesta jornada. Há pouco, o Depósito Interfinanceiro (DI) de janeiro de 2012 subia 0,05 ponto percentual, para 11,35%, enquanto o DI com vencimento em janeiro de 2011 cedia apenas 0,01 ponto, a 10,66%. Entre os vencimentos mais longos, o DI de janeiro de 2013 avançava 0,05 ponto, a 11,69%, e o DI do início de 2014 tinha alta de 0,06 ponto, também a 11,69%. O contrato de janeiro de 2015 ainda aumentava 0,04 ponto, a 11,63%. Se na última jornada o mercado teve uma correção técnica, nesta sessão, os juros se ajustam às mudanças reportadas no Boletim Focus e também ao cenário externo, conforme aponta o economista-chefe do Banco Schahin, Sílvio Campos Neto. O Focus mostrou que as instituições alteraram suas projeções para 2011. A estimativa para a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu de 4,85% para 4,90%. Além disso, as instituições elevaram a projeção para a taxa Selic ao fim de 2011 de 11,50% para 11,75%. "Além das mudanças das previsões do Focus, o ambiente externo também está pensando sobre o mercado. A melhora da situação internacional pressiona a curva de juros futuros", ressalta Campos Neto. Embora a estimativa das instituições consultadas pelo Banco Central no Focus mostre um aumento de um ponto percentual da Selic até dezembro de 2011, o economista do Banco Schahin acredita que a situação ainda está em aberto e que os juros básicos brasileiros poderão ser inclusive reduzidos. "Nosso cenário básico ainda indefinido", assinala. (Beatriz Cutait | Valor)

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