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DIs mais líquidos têm leve alta na BM&F

SÃO PAULO - O mercado de juros futuros registra pouca oscilação nos negócios desta terça-feira. Ainda que o setor varejista brasileiro tenha permanecido aquecido em julho, o desempenho mensal foi um pouco mais fraco que o projetado por instituições do mercado.

Valor Online |

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as vendas no varejo subiram 0,4% em julho, após avanço de 1% um mês antes. Na comparação com julho de 2009, o volume de vendas registrou alta de 10,9%. Na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F), há pouco, o Depósito Interfinanceiro (DI) de janeiro de 2012 subia 0,01 ponto percentual, para 11,34%. O DI com vencimento em janeiro de 2011, que também avançava 0,01 ponto, a 10,67%. Entre os vencimentos mais longos, o DI de janeiro de 2013 tinha queda de 0,02 ponto, a 11,65%, e o DI do início de 2014 declinava 0,01 ponto, também a 11,65%. O contrato de janeiro de 2015, por sua vez, aumentava 0,02 ponto, a 11,67%. Na avaliação do estrategista-chefe da CM Capital Markets, Luciano Rostagno, apesar do desempenho relativamente fraco na margem do índice geral do varejo em julho, uma leitura mais cuidadosa dos números confirma a tendência de um consumo robusto no segundo semestre. "A nossa expectativa é de que as vendas voltarão a se expandir a taxas mais robustas nos próximos meses, respaldadas pelo fim do ciclo de aperto monetário, pela vasta disponibilidade de crédito, pela baixa taxa de desemprego e pelo aumento da renda real do trabalhador", aponta Rostagno, em relatório. O gestor da SLW Asset Management, Gustavo Gazaneo, observa que o mercado está pouco movimentado nesta jornada, com um volume fraco de negócios, e mostra uma leve abertura da curva de juros, em função da continuação do crescimento do setor varejista brasileiro. Na gestão da dívida pública, o Tesouro realiza leilão tradicional e resgate antecipado de Notas do Tesouro Nacional - série B (NTN-B). Além disso, o Tesouro concedeu mandato para a reabertura do bônus Global 2041. Os papéis, denominados em dólares, vencem em janeiro daquele ano. Os títulos serão colocados nos mercados americano e europeu e a emissão pode prosseguir na Ásia. (Beatriz Cutait | Valor)

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