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DIs longos sugerem alta da Selic após eleições

SÃO PAULO - Os contratos de juros futuros longos marcam o segundo pregão consecutivo de acentuado movimento de alta na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM & F). Antes do ajuste final de posições, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em janeiro de 2012 subia 0,16 ponto, a 11,69%. Janeiro de 2013 ganhava 0,12 ponto, a 12%.

Valor Online |

SÃO PAULO - Os contratos de juros futuros longos marcam o segundo pregão consecutivo de acentuado movimento de alta na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM & F). Antes do ajuste final de posições, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em janeiro de 2012 subia 0,16 ponto, a 11,69%. Janeiro de 2013 ganhava 0,12 ponto, a 12%. E janeiro 2014 acumulava 0,09 ponto, a 12,01%. Entre os curtos, o ajuste foi menos acentuado, agosto de 2010 registrava queda de 0,01 ponto, a 10,63%. Setembro de 2010 subia 0,01 ponto, a 10,64%. Outubro de 2010 aumentava 0,02 ponto, projetando 10,77%. E janeiro de 2011, o mais líquido do dia, apontava alta 0,05 ponto, a 10,94%. Até as 16 horas, foram negociados 1.383.330 contratos, equivalentes a R$ 125,96 bilhões (US$ 71,45 bilhões), queda de 32% sobre o registrado ontem. O vencimento janeiro de 2011 foi o mais negociado, com 495.275 contratos, equivalentes a R$ 47,29 bilhões (US$ 26,83 bilhões). Segundo o economista da Platina Investimentos, Eduardo Baczynski, essa abertura de taxa longa é reflexo da melhora na percepção dos agentes com relação ao crescimento da economia global, não agora, mas em prazo mais dilatado. Entre os fatores que levaram a essa reavaliação de cenário global estão dados recentes sobre a economia da Europa e o resultados dos testes de estresse dos bancos europeus, que mostram que apenas sete das 91 instituições foram reprovadas. No curto prazo, diz o economista, não parece que terá uma mudança na condução da política monetária. Dada a redução no ritmo de ajuste na Selic, a expectativa, agora, é de mais uma alta de 0,5 ponto ou parada do processo em setembro, até por conta do período eleitoral. A questão, segundo Baczynski, é que dentro desse novo quadro para a economia global, o Banco Central, provavelmente, teria que voltar a aumentar a taxa de juros depois do período eleitoral. (Eduardo Campos | Valor)

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