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DIs curtos tem ajuste de alta, mas longos ficam estáveis

SÃO PAULO - Os contratos de juros futuros curtos conservaram leve movimento de alta, mas os longos encerram próximos da estabilidade no pregão de hoje da Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM & F). Antes do ajuste final de posições, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento o julho de 2010 subia 0,02 ponto a 9,92%. Agosto de 2010 ganhava 0,03 ponto, a 10,14%.

Valor Online |

SÃO PAULO - Os contratos de juros futuros curtos conservaram leve movimento de alta, mas os longos encerram próximos da estabilidade no pregão de hoje da Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM & F). Antes do ajuste final de posições, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento o julho de 2010 subia 0,02 ponto a 9,92%. Agosto de 2010 ganhava 0,03 ponto, a 10,14%. E janeiro de 2011, o mais líquido do dia, também apontava alta de 0,03 ponto, a 10,97%. Entre os longos, o contrato para janeiro de 2012 marcava marcava estabilidade a 11,90%. Janeiro de 2013 também não apresentava oscilação a 12,13%. E janeiro 2014 subia 0,01 ponto, a 12,16%. Na visão do economista-chefe do Banco Schahin, Sílvio Campos Neto, os curtos corrigem perdas recentes com alguma ajuda do cenário externo, que está menos conturbado nesta quarta-feira. Ainda de acordo com o especialista, fora essas oscilações pontuais, a percepção é de que o mercado chegou a um ponto melhor de definição de expectativas quanto à decisão da semana que vem do Comitê de Política Monetária (Copom). "Não só eu, mas a grande parte do mercado trabalha com alta de 0,75 ponto. A possibilidade de ajuste de 1 ponto praticamente não existe mais em função da piora externa", explica. A dúvida segundo Neto é para frente, ou seja, qual será o resultado do balanço entre comportamento da atividade e inflação doméstica com a evolução do cenário externo. Com isso, diz o economista, há possibilidade de mudança de postura do BC para a reunião de julho. Por ora, a manutenção do ritmo de 0,75 ponto de alta, redução para meio ponto ou mesmo pausa no ciclo não são descartadas. (Eduardo Campos | Valor)

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