Os bancos que foram reprovados nos testes de estresse realizados na União Europeia (UE) e que precisam de um capital adicional devem tomar as medidas necessárias para reforçar suas posições de capital através do setor privado, afirmaram hoje a Comissão Europeia, o Banco Central Europeu (BCE) e o Comitê de Supervisores Bancários Europeus (CEBS, na sigla em inglês)

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Os bancos que foram reprovados nos testes de estresse realizados na União Europeia (UE) e que precisam de um capital adicional devem tomar as medidas necessárias para reforçar suas posições de capital através do setor privado, afirmaram hoje a Comissão Europeia, o Banco Central Europeu (BCE) e o Comitê de Supervisores Bancários Europeus (CEBS, na sigla em inglês). Se for necessário, os bancos reprovados podem utilizar linhas de crédito desenvolvidas pelos governos dos Estados membros, obedecendo às regras da UE para ajuda governamental, segundo comunicado das três instituições.

Para elas, de uma forma geral os testes confirmaram que os bancos da UE têm resiliência em uma época de crise. Os testes mostraram que as instituições são capazes de lidar com "uma situação macroeconômica negativa e choques financeiros, e são uma medida importante para restaurar a confiança do mercado", afirmaram as instituições.

Os testes examinaram os balanços patrimoniais de 91 bancos, a adequação a regras de capital e como suas exposições a dívidas soberanas de 30 países europeus afetariam esses bancos em certos cenários. Sete bancos não conseguiram passar no cenário mais rígido dos testes. Eles precisariam de uma injeção de capital de 3,5 bilhões de euros para atingir o nível mínimo de 6% de capital Tier 1. As informações são da Dow Jones.

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