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A s bolsas começaram a semana embaladas por uma perspectiva mais firme de retomada da economia global, depois que o comitê do Bureau Nacional de Pesquisa Econômica (NBER, na sigla em inglês) decretou que a recessão nos EUA, iniciada em dezembro de 2007, terminou em junho de 2009, e que a agência de classificação de risco Moody's manteve o rating Aaa e sua perspectiva para a dívida do Reino Unido

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A s bolsas começaram a semana embaladas por uma perspectiva mais firme de retomada da economia global, depois que o comitê do Bureau Nacional de Pesquisa Econômica (NBER, na sigla em inglês) decretou que a recessão nos EUA, iniciada em dezembro de 2007, terminou em junho de 2009, e que a agência de classificação de risco Moody's manteve o rating Aaa e sua perspectiva para a dívida do Reino Unido. O investidor operou ainda na expectativa de que o Federal Reserve anuncie medidas de estímulo econômico ou o aumento da recompra de títulos do Tesouro norte-americano de longo prazo, em sua reunião de política monetária de hoje. O apetite ao risco ainda enfraqueceu o dólar ante o euro e o iene. Em Wall Street, com avanço superior a 1%, Dow Jones e S&P-500 fecharam nos níveis mais altos desde 13 de maio. Com valorização de 1,64%, aos 68.190,46 pontos, melhor pontuação desde 5 de agosto, a Bovespa aproveitou os bons ventos externos, puxada pelos ganhos das ações da Petrobras, que entraram na reta final do processo de oferta pública. As preferenciais de Petrobras subiram 2,50% e as ordinárias +2,02%. O volume da Bovespa, de R$ 9 bilhões, foi inflado pelo vencimento de opções sobre ações. O câmbio doméstico foi na contramão externa e o dólar subiu ante o real, cotado a R$ 1,729 (+0,64%), com o governo apresentando no fim do dia suas armas no combate à apreciação do real. Os juros futuros subiram, pressionados pelo ambiente externo e pelos receios com a inflação, em meio às especulações com o IPCA-15 de setembro que sai hoje. O contrato para janeiro 2012 avançou de 11,45% para 11,53%.

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