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Bovespa fecha nono pregão seguido em alta

Balanços e a ata do Copom contribuíram para a alta do Ibovespa, que fechou no maior nível desde 3 de maio

iG São Paulo |

A Bolsa de Valores de São Paulo fechou em alta pela nona sessão seguida nesta quinta-feira. Hoje, o comportamento positivo dos mercados no exterior e os balanços corporativos ajudaram o Ibovespa, que oscilou durante parte da sessão mas avançou no final. O índice de referência da Bolsa subiu 0,22%, aos 66.953 pontos, e renovou a máxima desde 3 de maio (67.119 pontos). O giro financeiro do dia foi de R$ 5,550 bilhões.

No final do pregão, as maiores altas eram de Lojas Renner, com ganho de 3,85%, e Cyrela, com alta de 3,81%.

Hoje já foi anunciado o único indicador previsto na agenda econômica dos Estados Unidos. Os pedidos de auxílio-desemprego feitos na semana passada caíram em 11 mil, para 457 mil, após ajustes sazonais. Economistas esperavam queda de 4 mil pedidos. O dado contribuiu para o otimismo no exterior, onde a safra de resultados financeiros impulsiona os índices de ações. Ainda assim, os investidores aguardam os números do Produto Interno Bruto (PIB) norte-americano no segundo trimestre deste ano, previstos para amanhã.

O economista da Legan Asset Management, Fausto Gouveia, comenta que a retomada gradual do apetite ao risco nas bolsas ao redor do mundo se dá pela melhora do cenário econômico, sobretudo na Europa. Segundo ele, ainda que repleto de incertezas sobre o ritmo da retomada da atividade e a questão fiscal em alguns países europeus, houve melhora na confiança dos investidores por conta dos balanços das empresas.

No Brasil, a ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), divulgada hoje, foi bem-recebida pelo mercado. O documento informou os motivos da redução do ritmo de alta da Selic (a taxa básica de juros da economia), em 0,50 ponto porcentual na semana passada. Para os analistas, o documento indica que o atual ciclo de aperto monetário no País pode não ser tão duro quanto o previsto anteriormente, o que beneficia setores ligados à demanda interna.

Pela manhã, o banco Santander informou um lucro líquido de R$ 1,766 bilhão no segundo trimestre deste ano, no padrão IFRS, o equivalente a um aumento de 9,4% sobre os ganhos apurados em igual período do ano passado. No mesmo padrão, o resultado acumulado no primeiro semestre de 2010 foi de R$ 3,529 bilhões, uma alta de 44%, na mesma base de comparação.

Já a Usiminas anunciou um lucro líquido de R$ 347 milhões entre abril e junho de 2010, o que representa uma leve alta de 3% na comparação com os mesmos meses de 2009. Após o fechamento de hoje da Bolsa, são aguardados os dados financeiros de Vale, Oi e Lojas Renner.

(Com agências)

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