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Bolsas europeias seguem indefinidas após dado fraco do Japão

SÃO PAULO - As bolsas europeias registraram mais um pregão de indefinição, fechando próximas da estabilidade. O mercado iniciou o dia em tom negativo, por conta da desaceleração da economia japonesa.

Valor Online |

Em Londres, o FTSE 100 subiu apenas 0,01%, para 5.276 pontos; em Paris, o CAC 40 perdeu 0,37%, para 3.598 pontos; e em Frankfurt, o DAX terminou estável aos 6.111 pontos. A economia do Japão se desacelerou no segundo trimestre, apresentando crescimento de apenas 0,1% na comparação com os três meses anteriores e alta de 0,4% em relação ao mesmo período de 2009. O PIB somou US$ 1,29 trilhão no segundo trimestre, ficando atrás do PIB chinês, que chegou a US$ 1,33 trilhão. No primeiro trimestre, a economia japonesa havia avançado 4,4% sobre o mesmo período de 2009 e 1,1% em relação aos três meses anteriores. O PIB japonês ficou abaixo do registrado pela China no trimestre, de US$ 1,337 trilhão. Apesar do recuo, o Japão ainda permanece no posto de segunda maior economia do mundo, com o PIB do primeiro semestre totalizando US$ 2,587 trilhões. A China, porém, segue ligeiramente atrás, com a riqueza do país somando US$ 2,532 trilhões entre janeiro e junho. Entre os indicadores da região, a inflação anual na zona do euro avançou para 1,7% em julho, No mês anterior, a alta havia sido de 1,4%. Na comparação entre julho e junho, os preços apresentaram deflação de 0,3%. Na União Europeia, a inflação foi de 2,1%, acima dos 1,9% de junho, mas com retração de 0,2% na comparação mensal. As ações do setor bancário concentraram as principais baixas do dia. BNP Paribas perdeu 1,3%, Santander recuou 0,8%, mas a pressão negativa foi maior entre os bancos irlandeses. O Banco da Irlanda perdeu 2,3% e o Allied despencou 4,3%, com investidores temendo que o país enfrente aumento no custo para levantar recursos em um leilão de títulos que será realizado amanhã, o que agravaria ainda mais sua situação financeira. No terreno positivo, o destaque ficou com as ações da Vedanta, que avançaram 4,8%. A mineradora vai pagar entre US$ 8,5 bilhões e US$ 9,6 bilhões por uma fatia de 51% a 60% na unidade indiana da britânica Cairn Energy. A operação é a primeira incursão da Vedanta na área de petróleo e gás e lhe garante acesso a esse setor de rápido crescimento na Índia. Para a Cairn, o acordo libera dinheiro para os acionistas e para financiar a exploração na Groenlândia. (Téo Takar | Valor, com agências internacionais)

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