No entanto, os investidores ainda se mostraram cautelosos, à espera da ata da reunião do Federal Reserve (Fed)

As bolsas europeias fecharam em leve alta nesta terça-feira, após alguns indicadores positivos nos Estados Unidos e Europa. No entanto, os investidores ainda se mostraram cautelosos, à espera da ata da reunião do Federal Reserve (Fed), que será divulgada daqui a pouco. Em Londres, o FTSE 100 subiu 0,12%, para 5.208 pontos; em Paris, o CAC 40 teve alta de 0,11%, aos 3.491 pontos; e em Frankfurt, o DAX fechou aos 5.925 pontos, com ganho de 0,22%.

O mercado soube hoje que a confiança do consumidor americano registrou leve melhora, passando de 51 em julho para 53,5 em agosto. Outro indicador positivo foi o de preços de imóveis residenciais nos Estados Unidos. Segundo os índices de preços de casas Case-Shiller, o indicador relativo a 10 regiões metropolitanas do país e o índice de 20 cidades aumentaram 1% cada ante maio, quando ambos subiram 1,3%. Os dados são sem ajuste sazonal. No comparativo com junho do ano passado, a alta foi de 5% para o indicador de 10 regiões e de 4,2% para o de 20 cidades.

Já a atividade manufatureira na área de Chicago apresentou no ritmo de expansão menor em agosto. O indicador que mede esse desempenho marcou 56,7, vindo de 62,3 em julho. Na Europa, os indicadores tiveram efeito neutro. A taxa de desemprego permaneceu em 10% na zona do euro em julho e manteve-se em 9,6% na União Europeia, com ajuste sazonal. Estimativa da agência Eurostat deu conta que 23,057 milhões de pessoas estavam desempregadas na União Europeia, sendo 15,833 milhões nessas condições na região do euro. Na Alemanha, o nível de emprego na Alemanha declinou em julho, informou hoje o Departamento Federal de Estatísticas (Destatis).

De acordo com o levantamento, o número de pessoas empregadas recuou em 65 mil, ou 0,2%, na comparação com junho. Já na comparação com julho do ano passado, houve um aumento de 141 mil profissionais, o que representa um incremento de 0,4%. As ações da rede varejista francesa Carrefour recuaram 0,8%. A empresa apresentou lucro de 82 milhões de euros no primeiro semestre, invertendo o resultado de um ano antes, quando apresentou prejuízo de 58 milhões de euros. A receita aumentou 5,9%, para 44,430 bilhões de euros.

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