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Bolsas europeias recuam com dado fraco nos EUA e balanços

SÃO PAULO - As bolsas europeias fecharam em baixa pelo quarto pregão consecutivo nesta segunda-feira, influenciadas pela queda na confiança do setor de construção americano e também pelos balanços corporativos da região. Em Londres, o FTSE 100 terminou aos 5.

Valor Online |

148 pontos, com recuo de 0,21%; em Paris, o CAC 40 fechou em baixa de 0,40%, aos 3.486 pontos; e em Frankfurt, o DAX perdeu 0,52%, para 6.009 pontos. Os investidores não gostaram de ver o índice de confiança do setor de construção nos Estados Unidos cair em julho, pelo segundo mês seguido. O indicador chegou ao nível mais baixo desde abril de 2009, segundo a Associação Nacional dos Construtores (NAHB, na sigla em inglês). Na Europa, a produção do setor de construção na zona do euro caiu 1% em maio em relação ao mês anterior, após já ter registrado em abril queda de 0,3%. Na União Europeia, a redução foi um pouco menor, de 0,6% em maio frente abril, anulando a alta de 0,5% verificada no mês anterior. O mercado também soube hoje que o déficit em conta corrente na zona do euro cresceu ligeiramente em maio, para 5,8 bilhões de euros, acima dos 5,6 bilhões de euros contabilizados em abril. O BCE explica que o aumento no déficit em conta corrente deveu-se a déficits de rendimento (4,4 bilhões de euros) e a transferências correntes (7,6 bilhões de euros). No acumulado de 12 meses, ajustado sazonalmente, o déficit em conta corrente é de 43,9 bilhões de euros, que corresponde a cerca de 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB) da zona do euro. Em maio do ano passado, o déficit acumulado em 12 meses em conta corrente era mais que o triplo do valor atual, somando 156,3 bilhões de euros. Os investidores estiveram atentos ainda à safra de balanços. Os papéis da Electrolux despencaram 7,8%, mesmo depois de a empresa apresentar lucro líquido de 1,03 bilhão de coroas suecas (US$ 139 milhões) no segundo trimestre, um crescimento de 56% igual período do ano passado. Isso porque a fabricante de eletrodomésticos relatou que suas vendas caíram significativamente no sul da Europa no final do trimestre. Na mesma linha, os papéis da Philips perderam 3,6%. A companhia reportou lucro de 262 milhões de euros no segundo trimestre deste ano, quase seis vezes maior do que o ganho de 45 milhões de euros do mesmo período de 2009. No entanto, a companhia disse esperar um desempenho mais modesto para o resto do ano. (Téo Takar | Valor, com agências internacionais)

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