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Bolsas europeias fecham em alta antes do teste do estresse

SÃO PAULO - As bolsas europeias fecharam em terreno positivo nesta sexta-feira, antes da divulgação dos testes de estresse dos bancos da região, que revelou que sete dos 91 bancos analisados não passaram nos testes. Notícias favoráveis da economia europeia deram o tom dos negócios.

Valor Online |

Em Londres, o FTSE 100 terminou aos 5.313 pontos, com leve baixa de 0,02%; em Paris, o CAC 40 subiu 0,18%, aos 3.607 pontos; e em Frankfurt, o DAX avançou 0,39%, para 6.166 pontos. O resultado preliminar do Produto Interno Bruto (PIB) do Reino Unido no segundo trimestre foi um dos destaques positivos do dia. Ele aumentou 1,1% na comparação com os três meses anteriores, quando o crescimento foi de 0,3%. Foi a melhor taxa desde o primeiro trimestre de 2006. Em relação ao mesmo período de 2009, a expansão da economia britânica foi de 1,6%. O índice de confiança dos empresários da Alemanha teve o maior aumento mensal visto desde 1990. A pontuação do índice (106,2) foi a mais alta desde julho de 2007, segundo o Instituto Ifo, que mede o clima de negócios no país. O diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Pascal Lamy, disse hoje que o comércio mundial deve crescer 10% este ano, após retração de 12% no ano passado. A previsão faz parte do relatório anual da instituição, apresentado nesta sexta-feira por Lamy durante visita a Xangai. A expectativa para o indicador foi revista para cima, já que em março a OMC projetava um incremento de 9,5% do comércio entre as nações. Entre os balanços do dia, a sueca Ericsson trouxe lucro de 1,9 bilhões de coroas (US$ 258 milhões), acima das 831 milhões de coroas suecas no mesmo período do ano passado. A melhora foi relacionada a um melhor mix de produtos, bem como a ganhos de eficiência. No entanto a receita caiu para 48 bilhões de coroas, ante 52,1 bilhões de coroas no segundo trimestre de 2009. A empresa atribuiu a queda nas vendas à escassez contínua de componentes da indústria, bem como aos gargalos na cadeia de abastecimento. As ações recuaram 7,1% porque os analistas projetavam lucro de 3,1 bilhões de coroas. As ações da Adidas subiram 2,2% depois que a fabricante de artigos esportivos apresentou um lucro líquido de 126 milhões de euros, bem acima dos 9 milhões de euros do ano anterior. A receita subiu 19%, para 2,9 bilhões de euros, impulsionada pela venda de produtos durante a Copa do Mundo de futebol da África do Sul. (Téo Takar | Valor, com agências internacionais)

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