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Bolsas de NY abrem sem direção definida com cautela

Investidor adota cautela hoje, à espera de uma semana de balanços e indicadores nos EUA e de divulgação de dados da China

AE |

O investidor adota cautela hoje, à espera de uma semana de balanços e indicadores nos Estados Unidos e de divulgação de dados também na China. A expectativa fez com que as Bolsas de Nova York abrissem sem direção definida. Às 10h35 (de Brasília), o Dow Jones subia 0,41%, o Nasdaq avançava 0,17% e o S&P 500 recuava 0,20%. A temporada de balanços do segundo trimestre de 2010 deve tornar mais forte ou afastar o fantasma do duplo mergulho na recessão na economia norte-americana. Os indicadores divulgados recentemente têm deixado sinais dúbios e alimentado as incertezas dos investidores. A largada será dada hoje com o resultado da Alcoa, que sai após o fechamento dos mercados.

 

Apesar da cautela, os investidores têm mostrado apetite por ações das grandes empresas que divulgam seus resultados nesta semana. Na semana passada, o Dow Jones acumulou alta de 5,28% e o S&P 500 subiu 5,41%, enquanto o Nasdaq avançou 5%. Na sexta-feira, Alcoa esteve entre as maiores altas. "Acho que de um modo geral a temporada será favorável", disse o economista-chefe da Avalon Partners, Peter Cardillo.

 

Esta semana será como um aquecimento dos motores para a safra de balanços de gigantes, que se intensifica a partir da próxima semana. Nos próximos dias saem os resultados da Intel (amanhã), Google, JPMorgan Chase, Novartis, Advanced Micro Devices (AMD) (quinta-feira), Bank of America, Citigroup, General Eletric e Mattell (sexta-feira). "Mesmo que apenas algumas companhias digam que tiveram ganhos, ainda assim será positivo", avalia o chefe de estratégias de investimentos da PNC Wealth Management, Bill Stone, à rede CNBC. A agenda de indicadores dos EUA não traz hoje nenhum dado relevante, mas nos próximos dias saem preços ao consumidor e ao produtor, saldo da balança comercial e dados de vendas no varejo.

 

Na China, a semana traz PIB do segundo trimestre, produção industrial, vendas no varejo e dados de inflação. No fim de semana, foi divulgado que o superávit comercial da China cresceu em junho para US$ 20,02 bilhões, superando os US$ 19,5 bilhões de maio, ficando acima das expectativas. As exportações chinesas em junho foram 43,9% maiores que no mesmo mês do ano passado ante alta de 48,5% em maio. As importações cresceram 34,1% em junho ante 48,3% em maio.

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