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Bolsas de NY abrem em leve alta mas cautela predomina

As Bolsas de Nova York abriram em leve alta mas não se sustentaram e mudaram de lado

AE |

selo

As Bolsas de Nova York abriram em leve alta mas não se sustentaram e mudaram de lado. Os investidores continuam cautelosos depois da divulgação de queda mais profunda do que a esperada no corte de vagas em setembro nos EUA.

O Departamento do Trabalho informou corte de 95 mil empregos em setembro, superando a previsão dos economistas de 10 mil dispensas. Grande parte desse número corresponde ao desligamento de trabalhadores contratados pelo governo para o Censo 2010. O setor privado criou 64 mil empregos. A taxa de desemprego foi melhor do que a esperada, mantendo-se em 9,6% em setembro, contra uma previsão de alta para 9,7%.

Às 10h35 (de Brasília), o Dow Jones tinha perdia 0,02% aos 10.946,91 pontos, o Nasdaq caia 0,23% aos 2.378,10 pontos e o S&P 500 tinha queda de 0,03% para 1.157,70 pontos.

O juro do note de dois anos despencou para um novo recorde de baixa a 0,339%, assim como a taxa do papel do governo norte-americano de cinco anos, que cedeu para 1.088%, diante do aumento das apostas de que o Federal Reserve (Fed, banco central americano) irá lançar outro grande programa de compra de bônus este ano. O juro do note de 10 anos caiu para 2,353%, a menor taxa desde janeiro de 2009.

Os futuros chegaram a subir com os números, quando os investidores que consideram positiva uma potencial ação do Fed para injetar mais liquidez na economia conseguiriam superar a posição dos que veem a opção desfavoravelmente.

O próximo indicador sobre as vendas do atacado em agosto, que serão divulgados mais tarde, tem baixo potencial de influenciar decisivamente o mercado.

No front corporativo, a Alcoa deve refletir o anúncio ontem de resultado superior ao previsto pelos analistas e elevação de suas projeções para a demanda global de alumínio em 2010.

No terceiro trimestre, a Alcoa teve um lucro líquido de US$ 61 milhões, ou de US$ 0,06 por ação, abaixo de US$ 77 milhões, ou US$ 0,08 por ação, em igual período de 2009. Analistas consultados pela Thomson Reuters previam um lucro de US$ 0,05 por ação. A receita da companhia, no entanto, cresceu 15% nos mesmos termos de comparação, para US$ 5,29 bilhões, também superando a previsão de US$ 4,96 bilhões. As informações são da Dow Jones.

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