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Bolsas de NY abrem em baixa com dado de emprego

Um número bem pior do que o esperado por analistas em relação ao emprego no setor privado dos Estados Unidos conseguiu tirar o bom humor do investidor na manhã de hoje e isso fez com que as Bolsas de Nova York abrissem em queda

AE |

Um número bem pior do que o esperado por analistas em relação ao emprego no setor privado dos Estados Unidos conseguiu tirar o bom humor do investidor na manhã de hoje e isso fez com que as Bolsas de Nova York abrissem em queda. Às 10h35 (de Brasília), o Dow Jones cedia 0,18%, o Nasdaq perdia 0,09% e o S&P 500 recuava 0,11%.

Os futuros em NY subiram no início da manhã impulsionados pela notícia de que a demanda dos bancos europeus pelos financiamentos de três meses do Banco Central Europeu (BCE) foi menor do que se previa, o que trouxe certo alívio às preocupações com o sistema bancário na região. Mas a notícia de que o que o setor privado dos EUA criou 13 mil vagas em junho e não 60 mil, como se esperava, foi um balde de água fria e pode ser o prenúncio de mais dados amargos no relatório amplo do governo, que sai na sexta-feira.

Às 10h45 (de Brasília), será divulgado o índice de atividade dos gerentes de compras de Chicago em junho, que, espera-se, deve ficar em 58,5, ante 59,7 em maio. Os ingredientes que estão pesando sobre a confiança na recuperação global devem continuar sobre a mesa por tempo indefinido, mas há quem enxergue exagero do mercado nos movimentos de queda recentes. "O medo pode persistir por algum tempo, mas creio que o mercado está sobrevalorizando os riscos ao crescimento global", disse Josh Stiles, da Ideaglobal.

Ontem, os medos de duplo mergulho na recessão - exacerbados por alguns indicadores fracos da economia norte-americana, pela crise da dívida soberana na Europa e sinais de desaceleração na China - derrubaram os mercados. O Dow Jones caiu 2,65%, para 9.870,30 pontos, o Nasdaq teve queda de 3,85%, para 2.135,18 pontos, enquanto o S&P-500 recuou 3,10%. "Os mercados estão precificando 50% ou mais de possibilidade de novo mergulho, mas creio que as chances disso ocorrer estão abaixo de 20%", afirmou ontem à AE o diretor da Jefferies & Co Art Hogan.

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