Publicidade
Publicidade - Super banner
Mercados
enhanced by Google
 

Bolsas de NY abrem em alta após dados sobre emprego

Os dados positivos sobre criação de empregos no setor privado dos EUA em julho animaram os investidores e as bolsas de Nova York abriram em alta

AE |

selo

Os dados positivos sobre criação de empregos no setor privado dos EUA em julho animaram os investidores e as bolsas de Nova York abriram em alta. Mas o movimento é frágil, uma vez que os investidores estão na expectativa do índice de atividade no setor de serviços, que será divulgado meia hora após o inicio da sessão.

Às 10h32 (de Brasília), o Dow Jones subia 0,12% para 10.650,49 pontos, o Nasdaq registrava ganhos de 0,38% aos 2.292,63 pontos e o S&P 500 tinha alta de 0,23% para 1.123,32 pontos.

Como o relatório ADP é considerado um antecedente para o payroll, que sai na sexta-feira, os números de hoje podem ser uma luz no fim do túnel. Indicadores recentes mostram que a economia norte-americana está colocando de novo os pés no freio. O medo já não está mais do outro lado do Atlântico, nos países europeus, mas aqui, nos Estados Unidos.

Um grande obstáculo para uma retomada consistente da economia dos EUA é a lenta recuperação do mercado de trabalho, com alta taxa de desemprego. O relatório ADP mostrou criação de 42 mil vagas no setor privado dos EUA em julho, superando a previsão de criação de 39 mil postos de trabalho. Mas a pesquisa da Challenger, Gray & Christmas dá sinais menos animadores. Segundo a consultoria, os empregadores anunciaram demissões de 41.676 funcionários em julho, uma alta de 6% em relação às 39.358 demissões de junho, marcando o terceiro mês consecutivo de aumento nos cortes de vagas de trabalho.

O índice de atividade do setor de serviços (ISM) em julho, que sai às 11h (de Brasília), pode ajudar a reforçar o bom humor ou criar mais incertezas.

Também hoje, a partir das 17h (de Brasília), o secretário do Tesouro dos EUA, Timothy Geithner, participa de conferência do Centro para o Progresso Americano, em Washington. Geithner deve continuar a defender o plano da Casa Branca de deixar que os cortes de impostos para os americanos mais ricos expirem no final do ano, argumentando que isso atrapalha o frágil processo de recuperação econômica.

"Tomar emprestado para financiar cortes de impostos seria um erro fiscal de US$ 700 bilhões. Não é o que a economia precisa agora e o país não pode bancar isso", dirá Geithner, segundo trechos do discurso liberados pelo Tesouro.

Entre as ações para se observar hoje estão da Time Warner. A empresa anunciou lucro de US$ 0,49 por ação no segundo trimestre.

A AOL informou prejuízo de US$ 9,89 por ação no segundo trimestre deste ano.

Os papéis da Toyota também devem ser acompanhados. Apesar dos inúmeros recalls, a montadora japonesa conseguiu acelerar no primeiro trimestre fiscal, apresentando o melhor resultado em dois anos, beneficiado pela demanda robusta da Ásia, incentivos do governo japonês e melhora no mercado norte-americano. A empresa teve lucro líquido de 190,47 bilhões de ienes (US$ 2,2 bilhões) nos três meses que terminaram em 30 de junho, revertendo prejuízo líquido de 77,82 bilhões de ienes no mesmo trimestre de 2009.

A petroleira BP informou que conseguiu selar com lama o poço de Macondo do Golfo do México, que derramou petróleo no oceano de abril a julho, e que agora deve cimentar o local. Além disso, a empresa concordou em vender seus negócios de exploração de gás e petróleo na Colômbia para o consórcio formado pela estatal Ecopetrol e pala Talisman, do Canadá.

Leia tudo sobre: ECONOMICO-ECONOMIA

Notícias Relacionadas


Mais destaques

Destaques da home iG