SÃO PAULO - Os participantes nos mercados acionários da Europa avaliam nesta jornada alguns balanços e projeções do setor corporativo e o movimento do câmbio e de algumas commodities, como o petróleo. Em consideração entre os investidores, está a notícia de que a agência Moody´s reduziu a nota soberana de Portugal em dois níveis, de Aa2 para A1. Também merece análise os números da Alcoa. Ontem, a empresa americana do segmento de alumínio anunciou lucro líquido de US$ 136 milhões nos três meses até junho, ou US$ 0,13 por papel.

SÃO PAULO - Os participantes nos mercados acionários da Europa avaliam nesta jornada alguns balanços e projeções do setor corporativo e o movimento do câmbio e de algumas commodities, como o petróleo. Em consideração entre os investidores, está a notícia de que a agência Moody´s reduziu a nota soberana de Portugal em dois níveis, de Aa2 para A1. Também merece análise os números da Alcoa. Ontem, a empresa americana do segmento de alumínio anunciou lucro líquido de US$ 136 milhões nos três meses até junho, ou US$ 0,13 por papel. O resultado significou uma mudança de direção em relação a mesmo intervalo de 2009, quando teve prejuízo de US$ 454 milhões. Em Londres, o FTSE-100 tinha elevação de 1,98%, para 5.269,30 pontos. As ações da BP subiam mais de 4% há pouco em meio a comentários de que um investidor de Abu Dhabi pode adquirir uma participação na empresa. O CAC-40, de Paris, registrava valorização de 1,82%, somando 3.632,57 pontos. Em Frankfurt, o DAX subia 1,74%, alcançando 6.182,71 pontos. (Juliana Cardoso | Valor, com agências internacionais)

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