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Bolsa acompanha bom humor externo e sobe mais de 1%

Bons resultados corporativos nos EUA animaram os mercados; dólar fecha a R$ 1,75, menor cotação desde 3 maio

iG São Paulo |

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) acompanhou o clima positivo do exterior, após bons resultados corporativos nos EUA, e retomou a trajetória de alta no pregão desta terça-feira. O índice Ibovespa – a principal referência da Bolsa paulista – subiu 1,14%, para 63.685, e compensou a perda da véspera, de 0,81%. As units da ALL lideravam os ganhos do índice, com alta de 4,40% no final do pregão. O giro financeiro foi de R$ 5,561 bilhões.

AE
Ibovespa sobe 1,14% e compensa perda de 0,81% da segunda-feira
No mercado cambial, o dólar fechou na menor cotação desde o dia 3 de maio (R$ 1,732). A moeda teve queda de 0,67% frente ao real e encerrou o dia valendo R$ 1,751 na compra e R$ 1,753 na venda.

As bolsas da Europa fecharam com fortes ganhos nesta terça, impulsionadas pela divulgação dos resultados financeiros da gigante de alumínio Alcoa, que marcou um bom início para a temporada de balanços nos Estados Unidos. Ontem, a empresa americana do segmento de alumínio anunciou lucro líquido de US$ 136 milhões nos três meses até junho, ou US$ 0,13 por papel. O resultado significou uma mudança de direção em relação a mesmo intervalo de 2009, quando teve prejuízo de US$ 454 milhões.

Nos Estados Unidos, resultados de empresas importantes incentivaram investidores a voltar para ativos de maior risco. Nadaq subia 1,99%, Dow Jones avançava 1,44% e o S&P 500 tinha valorização de 1,54% por volta de 17h. Na Nasdaq, destaque para as ações da Apple, que caíam após relatos negativos sobre problemas de sinal do iPhone 4. Às 17h12 (horário de Brasília), os papéis da companhia caíam 2,02% e eram cotados a US$ 252,08.

Na Ásia, as bolsas fecharam em direções divergentes nesta terça-feira. A Bolsa de Hong Kong acompanhou o declínio das bolsas da China, que se seguiu à reiteração do governo chinês de sua determinação em controlar o aquecido mercado imobiliário. As companhias imobiliárias chinesas lideraram a queda. O índice Hang Seng baixou 0,2% e fechou aos 20.431,06 pontos.

Na China, a queda das bolsas também foi puxada pelo setor imobiliário. O índice Xangai Composto, que acompanha as ações A e B, encerrou com declínio de 1,6%, fechando aos 2.450,29 pontos. O Shenzhen Composto caiu 1,4%, para 979,77 pontos. O Ministério da Habitação e do Desenvolvimento Urbano-Rural sinalizou que o governo não deve fazer uma mudança significativa em suas políticas de aperto no curto prazo. A indicação foi uma resposta a notícias publicadas na imprensa local acerca de um possível cancelamento das políticas macroeconômicas de controle do mercado imobiliário.

Agenda

O mercado recebeu nesta terça-feira, a notícia do rebaixamento do rating dos títulos de Portugal. A agência de classificação de risco Moody's rebaixou o rating em duas notas, de Aa2 para A1, com perspectiva estável.

Em comunicado, Anthony Thomas, analista do Grupo de Risco Soberano da agência, afirmou que "a força financeira do governo português continuará a diminuir no médio prazo".

Na agenda interna, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que o comércio varejista registrou, em maio, variação de 1,4% para o volume e 0,4% para a receita nominal de vendas, em comparação com o mês de abril.

(Com Agências)

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