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BM&FBovespa prevê volta de ofertas de ações após Petrobras e BB

Arrefecimento da crise europeia e conclusão das gigantescas emissões de Petrobras e BB devem abrir espaço para novas emissões

Reuters |

O arrefecimento da crise europeia e a conclusão das gigantescas emissões de Petrobras e Banco do Brasil devem abrir espaço para retomada das ofertas de ações de empresas brasileiras no segundo semestre, segundo a BM&FBovespa.

"Com o término das captações de Banco do Brasil e Petrobras, previsto para agosto, e a correta precificação da crise na Europa pelos investidores, o Brasil vai despontar como um polo mundial de investimentos", diz Edemir Pinto, presidente da bolsa paulista.

Segundo ele, muitas empresas estão preferindo esperar o fim das ofertas das estatais, já que o apelo de ambas é muito forte junto aos investidores internacionais, ainda ariscos a investir mais recursos em ações diante da instabilidade dos mercados.

Pinto admitiu que a crise fiscal na zona do euro está se alongando mais do que ele previu. Por isso, mesmo com a esperada melhora das condições nos próximos meses, o executivo considera improvável que seja atingida a meta de que houvesse de 30 a 40 ofertas de ações na BM&FBovespa em 2010.

"A crise se alongou e o mercado precisa de algum tempo para precificar os efeitos da crise", diz. "Isso pode atrapalhar de fato a performance em número de ofertas."

Ele considerou uma "excelente notícia" a aprovação no Senado na madrugada desta quinta-feira do projeto de lei que prevê a capitalização da Petrobras, abrindo caminho para que a companhia leve adiante seu plano de levantar entre US$ 15 bilhões e 25 bilhões com uma oferta primária de ações. Os recursos serão direcionados ao plano de investimentos da estatal, especialmente na exploração das reservas do pré-sal.

 

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