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BB e Bradesco ressuscitam marca dos anos 70

Cartão Elo foi lançado em 1971 pelo Bradesco e contava com um grupo de 23 instituições associadas

Nelson Rocco, iG São Paulo |

O Bradesco e o Banco do Brasil anunciaram a criação do cartão Elo, uma nova bandeira no setor de cartões, com a qual esperam conquistar 15% do mercado em cinco anos. Os bancos, no entanto, estão trazendo de volta à vida uma marca que se tornou tradicional nos anos . Na época, a elite brasileira – os primeiros a tomarem gosto pelo segmento e terem crédito aprovado nos bancos para ter um plástico – faziam pose diante de um maître ou atendente de loja ao perguntar: posso pagar com Elo?

O cartão Elo foi criado em 1971. Era emitido pelo Bradesco para um pool de 23 bancos associados. No ano anterior, o Citibank havia colocado no mercado o seu cartão, com a marca City Card. Logo depois, o City se associou ao Itaú e ao Unibanco e criaram uma companhia que viria a se tornar a maior administradora de cartões do País, a Credicard.

O Diners Club foi o primeiro cartão a chegar no Brasil, em 1956, em parceria com o empresário Horácio Piva, um dos herdeiros do grupo Klabin. Era uma espécie de franquia do Diners norte-americano, comprada pelo empresário Hanus Taubner dois anos antes, que ofereceu sociedade a Piva para explorar o mercado. O Diners funcionava mais como cartão de débito do que de crédito, segundo informações da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs).

Divulgação
Novo logotipo da Elo; marca foi lançada pela primeira vez em 1971
No mundo, o cartão apareceu em 1950. Nos Estados Unidos, é claro. Frank MacNamara e um grupo de executivos financeiros foram a um restaurante em Nova York e, após o jantar, perceberam que estavam sem dinheiro e sem talão de cheques. MacNamara propôs a assinatura de uma nota e o pagamento em outro dia. Foi então que teve a idéia de criar o cartão de crédito.

O Diners Club Card, lançado em 1950, passou a ser aceito como meio de pagamento em 27 restaurantes da cidade. Os clientes se resumiam a um grupo de 200 pessoas, a maioria amigos de MacNamara. Somente dois anos depois é que o cartão passou a ser aceito internacionalmente e ganhou novos afiliados, como redes de hotéis e estabelecimentos varejistas.

 

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