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Bancários consideram proposta da Fenabran insuficiente

Federação ofereceu reajuste de 6,5% para os salários de até R$ 4,1 mil ; nova proposta será apresentada na segunda-feira

iG São Paulo |

O Comando nacional dos bancários considerou a proposta apresentada neste sábado pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) insuficiente e decidiu continuar com a greve, que entrou hoje no seu 11º dia em todo o País.

A proposta da Fenabran oferecia reajuste de 9,82% para o piso salarial, 6,5% de reajuste para os bancários que ganham até R$ 4,1 mil (e um valor fixo de R$ 266,5 para os salários superiores ao valor) e 6,5% de reajuste para a PLR e todas as verbas salariais e auxílios.

Segundo Carlos Cordeiro, presidente da Confederação nacional dos trabalhadores do ramo financeiro (Contraf-CUT), o reajuste de 9,82% é insuficiente diante da crescente lucratividade dos bancos e é também inaceitável o teto de R$ 4,1 mil para o reajuste, pois quem ganha acima de R$ 6,2 mil terá reajuste abaixo da inflação do período.

A greve já é a maior dos últimos vinte anos, superando a de 2009, quando os bancários paralisaram 7.222 unidades no dia de maior pressão do movimento, afirma a Segundo a Contraf-Cut. 

Negociação continua na segunda

Os negociadores da Fenaban pediram a suspensão temporária das negociações, para que tivessem tempo de consultar os banqueiros. A retomada ficou agendada para segunda-feira, dia 11, às 11h.

Os bancários reivindicam 11% de reajuste, valorização dos pisos salariais, maior Participação nos Lucros e Resultados (PLR), medidas de proteção da saúde que incluam o combate ao assédio moral e a metas abusivas. Pedem ainda garantia de emprego, mais contratações, igualdade de oportunidades, previdência complementar para todos, fim da precarização via correspondentes bancários e mais segurança.
 

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