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Após cair 9%, Bolsa de NY fecha em baixa de 3,2%

Pânico no meio da tarde levou bolsa americana a registrar maior queda num único dia desde 1987

iG São Paulo |

O pânico voltou por alguns instantes entre os investidores na tarde desta quinta-feira.

O índice Dow Jones, que mede a evolução das principais ações da Bolsa de Valores de Nova York (Nyse), recuou 9% por alguns minutos por volta das 15h30. Foi a maior queda registrada em um único dia desde o "crash" de 1987, segundo a "Bloomberg".

Getty Images
Bolsa de Nova York: pânico durou alguns minutos
Tão rápido quanto caiu, o índice da Bolsa americana voltou a se recuperar. No fim do dia, a Nyse fechou em queda de 3,2%, amenizando as perdas dos investidores.

Os outros índices nos EUA também caíram. A Nasdaq, o índice da bolsa eletrônica, caiu 7,2%, mas acabou fechando em baixa de 3,4%.

A Bolsa de Valores de São Paulo (BM&F Bovespa) acabou seguindo a mesma tendência. A Bolsa brasileira fechou em baixa de 2,31%, aos 63.414 pontos. Durante a tarde, a queda chegou a 6,38% no índice de referência da Bovespa, o Ibovespa, chegou a 60.774 pontos.

Os investidores ficaram desapontados por avaliar que as medidas tomadas pelo Banco Central Europeu foram insuficientes para debelar a crise da Grécia. Eles temem que as dificuldades da economica grega contaminem outros países como Espanha, Portugal e Itália.

Segundo analistas, a rápida queda acentuada dos principais mercados está relacionada ao movimento de grandes fundos de investimentos internacionais.

Estes fundos, que administram bilhões de dólares, têm limites de perda. Quando são ultrapassados, as posições de investimentos são automaticamente zeradas, causando a forte venda de papéis no mercado.

No pior momento do dia, o que pode ter ocorrido é um efeito "manada" destes mecanismos de proteção de perdas, zerando posições. Quando o índice bateu num determinado piso, os fundos voltaram ao mercado, comprando os ativos mais baratos, avaliam os analistas.

Dólar

O dólar fechou em alta de 2,95%, a R$ 1,85. A moeda norte-americana chegou a valer R$ 1,89, maior nível em dois meses, desde 5 de fevereiro.

 

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