Base monetária da China cresce 14,8% em setembro

Avanço foi maior do que a expansão de 13,5% registrada em agosto e superou a previsão dos analistas ouvidos pela Dow Jones, de 13,7%

Agência Estado |

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O Banco do Povo da China (PBOC, na sigla em inglês) divulgou neste sábado que a medida mais ampla da base monetária do país, chamada M2, teve alta de 14,8% em setembro, na comparação com o mesmo período do ano passado. O avanço foi maior do que a expansão de 13,5% registrada em agosto e superou a previsão dos analistas ouvidos pela Dow Jones, de 13,7%.

A base monetária M1 teve alta anual de 7,3% em setembro e medida M0 cresceu 1,3% na mesma base de comparação. Os dados do banco central mostram também que a medida mais ampla de crédito, chamada financiamento social total, cresceu para 1,65 trilhão de yuans em setembro, de 1,24 trilhão de yuans em agosto. Isso aparentemente compensou uma queda em novos empréstimos em yuan concedidos pelas instituições financeiras, que recuaram para 623,2 bilhões de yuans em setembro, de 703,9 bilhões de yuans em agosto.

VejaExportações da China registram forte crescimento em setembro

Os depósitos em yuan subiram 13,3% em setembro, na comparação com o mesmo mês de 2011, para 89,96 trilhões de yuans (cerca de US$ 14,4 trilhões). Já os depósitos em moeda estrangeira avançaram 61,9%, para US$ 413,8 bilhões. Mas houve uma queda ante agosto deste ano, quando esses depósitos estavam em US$ 415,1 bilhões.

O banco central chinês informou também que as reservas internacionais do país totalizavam US$ 3,29 trilhões no fim do terceiro trimestre, de US$ 3,24 trilhões no fim do segundo trimestre. As informações são da Dow Jones.

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