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Mercados: Taxas dos DIs operam em rumos distintos na BM F

SÃO PAULO - Os contratos de Depósitos Interbancários (DIs) registram variações distintas ao longo dos vencimentos de curto e longo prazo negociados na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM & F). A alta da inflação medida pelo Índice Geral de Preços de Mercados (IGP-M) influencia o movimento das taxas.

Valor Online |

Na ponta curta, dezembro de 2008 marcava 13,85%, com alta de 0,02 ponto, e o DI para janeiro de 2009 era negociado a 13,98% ao ano, com recuo de 0,07 ponto percentual.

Há pouco, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento para janeiro de 2010 subia 0,08 ponto percentual, a 14,66%. Janeiro 2011 apontava estabilidade, a 15,24%, e janeiro de 2012 apontava 15,74%, com valorização de 0,02 ponto.

Conforme a Fundação Getúlio Vargas (FGV), o IGP-M subiu 0,86% na segunda medição de outubro, bem acima da taxa apurada um mês antes, de 0,04%. A alta do indicador em 12 meses é 12,10%.

Para Flávio Machado, gestor da Vetorial Asset, a pressão do indicador sobre as taxas na BM & F foi maior nas mais longas do que nas curtas, como seria de se esperar.

Segundo ele, o mercado está convencido de que o BC não continuará subindo juros devido à desaceleração da atividade. Assim, os agentes carregam as preocupações com preços para a ponta mais longa, que têm aumento mais significativo das taxas. A sinalização é de incerteza sobre a política monetária de longo prazo e também sobre o rumo da economia internacional.

(Bianca Ribeiro | Valor Online)

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