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Mercados: Taxas dos DIs invertem e fecham em baixa na BM F

SÃO PAULO - A falta de liquidez continuou orientando o mercado de contratos futuros de Depósitos Interfinanceiros (DIs) negociados na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM & F), que inverteram o rumo e fecharam em queda, em movimento marcado por operações pontuais e pela redução da pressão vinda do segmento cambial, onde a alta do dólar também perdeu força durante tarde. Ao final do pregão, o contrato de DI com vencimento para janeiro de 2010 apontava baixa de 0,12 ponto percentual, a 15,56% ao ano. O vencimento janeiro 2011 fechou a 16,28%, com recuo de 0,13 ponto percentual.

Valor Online |

O vencimento de janeiro de 2012 projetava 16,67%, recuo de 0,35 ponto. Na máxima do dia a taxa chegou a 17,29% ao ano.

Entre os curtos, o vencimento para dezembro de 2008 fechou em queda de 0,03 ponto percentual, a 13,65% ao ano e o DI para janeiro de 2009 também caiu 0,03 ponto percentual, apontando 13,73%.

Até as 16h15, antes do ajuste final de posições, foram negociados 290.830 contratos, equivalentes a R$ 24,407 bilhões (US$ 11,538 bilhões). O vencimento de janeiro de 2010 foi o mais negociado, com 137.620 contratos, equivalente a R$ 11,622 bilhões (US$ 5,494 bilhões).

Agentes do segmento afirmam que está cada vez mais difícil associar o comportamento das taxas a fundamentos da economia. Como muitos investidores desse mercado, sobretudo estrangeiros, saíram machucados com as oscilações geradas na crise financeira, o volume negociado no setor ficou muito "pequeno".

Segundo Pedro Paulo Silveira, economista-chefe da Gradual Corretora, com o mercado tão estreito, qualquer operação com volume significativo ou acima da média é capaz de alterar o sinal das taxas. Além disso, a valorização acentuada desde a última quinta-feira está em patamar muito acima da realidade, o que demandava um ajuste técnico.

Pela manhã as taxas ainda estavam subindo. A valorização vinha sendo justificada pela incerteza dos investidores em relação ao mercado doméstico e ao cenário internacional. Essa incerteza não desapareceu, mas o preço dos ativos passou por ajuste mesmo assim.

(Bianca Ribeiro | Valor Online)

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