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Mercados: Taxas dos DIs fecham mais uma vez em queda na BM F

SÃO PAULO - Os contratos de Depósitos Interfinanceiros (DIs) negociados na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM & F) encerraram o pregão com nova diminuição das taxas. O quadro mais positivo nas operações locais e no exterior diminuiu um pouco a aversão a risco dos investidores.

Valor Online |

A queda do dólar também retira um pouco pressão das taxas, já que reduz o impacto cambial na inflação.

Ao final do pregão, o contrato de DI com vencimento para janeiro de 2010 apontava baixa de 0,32 ponto percentual, a 15,27% ao ano. O vencimento janeiro 2011 fechou a 15,96%, com baixa de 0,39 ponto percentual. O contrato para janeiro de 2012 projetou 16,30%, perda de 0,46 ponto.

Entre os curtos, o vencimento para dezembro de 2008 fechou com recuo de 0,01 ponto percentual, a 13,64%. O DI para janeiro de 2009 declinou 0,03 ponto percentual, para 13,71% ao ano. O vencimento para julho de 2009 apontava juro de 14,64% ao ano, com recuo de 0,16 ponto percentual.

Até as 16h30, antes do ajuste final de posições, foram negociados 366.880 contratos, equivalentes a R$ 31,32 bilhões (US$ 14,36 bilhões). O vencimento de janeiro de 2010 foi o mais negociado, com 169.235 contratos, equivalentes a R$ 14,35 bilhões (US$ 6,58 bilhões).

O volume de negócios desse mercado continua bem abaixo do normal e os agentes encontram dificuldade para justificar o rumo das taxas, que podem variar de acordo com operações pontuais.

Para Rodrigo Betti Marques, analista de renda fixa da Finabank, é equivocada a leitura de que foram os estrangeiros que zeraram posições nesse segmento. Segundo ele, dados do mercado futuro mostram que os fundos nacionais reduziram bem mais as posições em volume de contratos recentemente do que os estrangeiros.

Segundo Marques, no dia 24 de outubro, em relação ao mesmo dia do ano passado, os fundos domésticos reduziram posições vendidas em 1,832 milhão de contratos. Já a posição vendida de estrangeiros teria declinado em apenas 184.082 contratos na mesma base comparativa.

Segundo analistas, os investidores desse segmento levam em conta a manutenção da Selic, definida na semana passada pelo Comitê de Política Monetária (Copom) e embutem expectativas de manutenção da taxa até janeiro. Dai para frente a oscilação das apostas em contratos de médio e longo prazo leva em conta incerteza local sobre o rumo da política monetária no Brasil e o andamento das condições econômicas de risco no mercado internacional.

Uma luz sobre o andamento do juro local pode vir amanhã, quando será divulgada a ata da reunião do colegiado. Os agentes devem buscar uma avaliação do colegiado sobre o nível de preocupação com inflação local e com a desaceleração econômica a ser importada com a crise.

(Bianca Ribeiro | Valor Online)

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